EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

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27/01/2023

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto





“É fundamental guardar esse período na memória, ainda que seja dos mais pesados da História”

A 27 de janeiro assinala-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, uma data que pretende recordar este período negro da História da Humanidade e homenagear todos aqueles que sofreram e morreram às mãos dos nazis, na sua maioria judeus, mas também pessoas com deficiência ou pertencentes a minorias étnicas.

 Precisamente há 78 anos, os Aliados libertaram o campo de concentração de Auschwitz-Bikernau, onde mais de um milhão de pessoas foram assassinadas. 


Durante a Segunda Guerra Mundial, o regime nazi, liderado por Adolf Hitler, cometeu inúmeras atrocidades, muitas delas contadas em livros. "O diário de Anne Frank" é um deles.





Num tempo em que viver ou morrer era determinado pela cor da pele, dos olhos, a nacionalidade, crenças políticas, a religião ou a orientação sexual de cada um, aquele ditador espalhou o medo e acabou com a vida de milhões.

O antissemitismo foi a base do Holocausto. O antissemitismo, o ódio ou preconceito contra os judeus, era um princípio básico da ideologia nazista. Esse preconceito, que já era disseminado, piorou em toda a Europa.

A perseguição dos judeus pela Alemanha nazi evoluiu e  tornou se cada vez mais radical entre os anos de 1933 e 1945. Essa radicalização culminou com o assassinato em massa de 6 milhões de judeus.

A era do Holocausto começou em janeiro de 1933, quando Adolf Hitler e o Partido Nazista chegaram ao poder na Alemanha, e terminou em maio de 1945, quando as Potências Aliadas derrotaram a Alemanha nazi no fim da Segunda Guerra Mundial. O Holocausto também é às vezes referido como “a Shoah”, palavra hebraica que significa “catástrofe”.


27/01/2022

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto


A 27 de janeiro assinala-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, uma data que pretende recordar este período negro da História da Humanidade e homenagear todos aqueles que sofreram e morreram às mãos dos nazis.

 Precisamente há 77 anos, no dia 27 de janeiro de 1945, os Aliados libertaram o campo de concentração de Auschwitz-Bikernau, onde mais de um milhão de pessoas foram assassinadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, o regime nazi, liderado por Adolf Hitler, cometeu inúmeras atrocidades, muitas delas contadas em livros.

 Num tempo em que viver ou morrer era determinado pela cor da pele, dos olhos, a nacionalidade, crenças políticas, a religião ou a orientação sexual de cada um, aquele ditador espalhou o medo e acabou com a vida de milhões. (Visão junior) 

Como escreveu Anne Frank, “o que aconteceu não pode ser desfeito, mas podemos impedir que volte a acontecer.”


A biblioteca assinalou a data, desafiando à reflexão e à necessidade de estar vigilante perante situações que poderão pôr em causa os direitos fudamentais de qualquer ser humano.



Sugestão de leituras








Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 1 de novembro de 2005, através da Resolução 60/7 designada de “Holocaust remembrance”, assinala o aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz – Birkenau, no ano de 1945.

O Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação, como tem sido hábito, assinala esta data, destaca a importância de manter viva a memória do Holocausto, e, no âmbito dos compromissos assumidos pelo Estado Português, continua empenhada na promoção do seu ensino e da sua memória.

(Direção-Geral da Educação)

28/01/2020

O Diário de Anne Frank







Anne Frank nasceu em Frankfurt (centro da Alemanha) em 12 de junho de 1929, no seio de uma família judia que em 1934 fugiu dos nazis para a Holanda.

Em 1940, as tropas nazis invadiram a Holanda e em 1942 intensificaram a perseguição aos judeus naquele país, o que obrigou a sua família a esconder-se nos fundos de uma casa (anexo), em conjunto com outras famílias judias, no qual permaneceram durante dois anos.

Anne Frank começou a escrever o "Diário" em 12 de junho de 1942 quando completou 13 anos. "Espero poder confiar-te tudo o que não pude confiar a ninguém", refere a primeira anotação.

 A última passagem descrita no livro está datada de 01 de agosto de 1944, três dias antes de os nazis terem descoberto o esconderijo e detido a sua família e os restantes judeus. O “Diário” ficou em Amesterdão e foi conservado pelos empregados de Otto Frank, pai de Anne Frank, a quem entregaram os escritos depois do fim da guerra.

 Anne Frank morreu em março de 1945 e poucas semanas depois o campo de concentração de Bergen-Belsen foi libertado pelos britânicos.

Das oito pessoas que foram detidas na casa “esconderijo” de Anne Frank o seu pai foi o único que sobreviveu ao cativeiro.

o “Diário” foi declarado património da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)




O "Diário de Anne Frank", escrito originalmente em holandês, foi traduzido em dezenas de idiomas e é considerado um dos "documentos chave" da época nazi.

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31/05/2019

Holocausto - exposição

Relatos de vidas nos campos de concentração, acompanhados de ilustrações.
Trabalhos criados por alunos do 9ªD,E e F, com a coordenação da docente de História, professora Marta Gomes.
Em exposição no átrio da escola por estes dias.















27/01/2017

Holocausto - Exposição de Trabalhos


Os trabalhos elaborados pelos alunos do 9º Ano na disciplina de História, com a coordenação da Professora Lurdes Moedas, encontram-se em exposição no átrio da escola.

Esta iniciativa pretende preservar a memória do trágico acontecimento, sensibilizando a memória das novas gerações para a dimensão e consequências do genocídio por forma a que estes acontecimentos não se repitam.




O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto comemora-se no dia 27 de janeiro e foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas através da Resolução 60/7 de 1 de novembro de 2005.
O Parlamento Europeu estabeleceu também o dia 27 de janeiro como Dia Europeu de Memória do Holocausto.


Dia Internacional em memória das vítimas do Holocausto



"LEMBRAR PARA NÃO REPETIR"

A palavra holocausto deriva da combinação de dois termos gregos, holo (todo) e caustos (queimado).
Originalmente, como ainda hoje, designava um ritual religioso onde uma oferenda era consumida pelo fogo. Entre os judeus, essa oferenda era um animal, normalmente um ovino. 

Nos tempos modernos a palavra holocausto é utilizada para identificar um devastador desastre humano: a palavra identifica, assim, a perseguição e extermínio sistemático de judeus e de outras minorias como ciganos, homossexuais, deficientes físicos e mentais, opositores políticos e religiosos do regime nazista alemão, prisioneiros soviéticos de guerra, civis soviéticos e poloneses, além de outros grupos marginalizados pela Alemanha Nazi durante o conflito.

Um dos princípios fundamentais do nazismo era o racismo. Segundo essa ideologia, os alemães pertenciam a uma raça superior, a ariana, que sem se misturar a outras raças, deveria comandar o mundo. Os judeus eram considerados os seus principais inimigos.

Os judeus foram as principais vítimas  dos ideólogos nazistas, que os responsabilizavam pelo caos em que a Alemanha vivia depois da Primeira Guerra Mundial e dos tratados de paz. Além disso, Hitler e seus seguidores defendiam a tese de que os judeus eram de uma raça inferior e deviam ser eliminados.





Fontes:
https://www.infopedia.pt/$holocausto
http://hgcavert.blogspot.pt/2016_01_01_archive.html
imagens do Google

A lista de Schindler - Filme

27 de janeiro - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Os alunos do 9º Ano, acompanhados pela sua Professora de História, Lurdes Moedas, assistiram ao filme de Steven Spilberg sobre Oskar Schindler, um empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto, rodado em 1993.





   


FICHA TÉCNICA
Título original: Schindler´s List
Direção: Steven Spielberg
Ano: 1993
Gênero: Drama / Guerra
Duração: 197 min / EUA: 194 min
País: Estados Unidos
Língua: Inglês / Hebraico / Alemão / Polonês
Cor: Preto & Branco / Colorido (DeLuxe)
Som: DTS / Dolby
Classificação: 14 anos






"Que motivos levaram uma nação que foi berço dos maiores filósofos e músicos da história a se render a uma ideologia que pregava o ódio e a intolerância? Como podem as diferenças entre seres humanos tornarem-se desculpas para que atos bárbaros sejam cometidos? O que leva uma pessoa aparentemente normal a matar a sangue-frio um semelhante seu como se fosse um inseto?
Não era o objetivo do diretor Steven Spielberg responder a essas perguntas, mas é impossível não formulá-las ao final de ''A Lista de Schindler'', filme que finalmente deu ao cineasta por trás da série ''Indiana Jones'' e ''Tubarão'' o status de diretor sério.
Filmado em preto e branco para, segundo Spielberg, deixar o filme menos insuportável devido à violência gráfica de algumas cenas, ''A Lista de Schindler'' é construído sobre um ótimo roteiro de Steven Zaillian que mostra com tintas extremamente realistas a perseguição aos judeus na Polônia e sua recolocação no Gueto de Cracóvia, em 1941, onde famílias inteiras eram amontoadas em pequenos quartos, até a transferência de todos para o infame campo de concentração comandado pelo sociopata Amon Goeth (Ralph Fiennes, em sua estréia no cinema).
É impossível não se emocionar com o poder das imagens dirigidas com surpreendente comedimento por Spielberg e captadas magistralmente pela câmera de Janusz Kaminski. As cenas de mulheres, homens e crianças sendo friamente assassinados com tiros na cabeça são de uma crueza insuportável, mas nunca apelativas ou redundantes.
Mas o que difere ''A Lista de Schindler'' de tantos outros filmes sobre o Holocausto Nazista é o caráter profundamente humano e realista que os realizadores conseguiram imprimir à obra, até mesmo ao retratar o monstruoso líder do campo de concentração, Goeth."
(http://alistadeschindler.com/Filme)

20/02/2014

Livros e filmes sobre o Holocausto na biblioteca

"O diário de Anne Frank" (livro), e o filme do realizador Robert Dornhelm, de 2001.
"A Lista de Schindler" de Thomas Keneally (livro), e o filme de Steven Spielberg, de 1993.
"A rapariga que roubava livros" de Markus Kusak (livro).
"O rapaz do pijama às riscas" de John Boyne (livro), e  o filme de Mark Herman, de 2008. 
"O pianista" (filme) de Roman Polanski, de 2002.
"A vida é bela" (filme) de Robert Benigni de 1997.

E enciclopédias para consulta.



  



                             

A Inês Garcia, ex aluna da escola, foi uma das autoras desta belíssima pintura de Anne Frank, oferecida à biblioteca.

31/01/2014

O rapaz do pijama às riscas - Holocausto

A turma do 8º C assistiu ao filme na biblioteca. 
É fundamental que os jovens tenham conhecimento dos horrores vividos no Holocausto. O período mais negro da história da Humanidade.





"Um rapaz de oito anos, Bruno, é o protegido filho de um agente nazi cuja promoção leva a família a sair da sua confortável casa em Berlim para uma despovoada região onde Bruno não encontra nada para fazer nem ninguém com quem brincar. Esmagado pelo aborrecimento e traído pela curiosidade, Bruno ignora os constantes avisos da mãe para não explorar o jardim, por detrás da casa, e dirige-se à quinta que viu ali perto. Nesse local, Bruno conhece Shmuel, um rapaz da sua idade que vive numa realidade paralela, do outro lado da vedação de arame farpado. O encontro de Bruno com este rapaz de pijama às riscas vai arrancá-lo da sua inocência e resultar no despontar da sua consciência sobre o mundo adulto que o rodeia. Os repetidos e secretos encontros com Shmuel desaguam numa amizade com consequências inesperadas e devastadoras."
http://cinema.sapo.pt/filme/the-boy-in-the-striped-pyjamas

Um filme de Mark Herman