Feira do Livro na biblioteca


De novo, a banca dos livros se instalou por três dias, animando muito a nossa biblioteca. É sempre com muito prazer e entusiasmo que os recebemos e  os divulgamos. 
A parceria com o Departamento de Línguas e o voluntariado de algumas alunas do 9º ano como "Hospedeiras do Livro" foram fundamentais. Pela primeira vez e com muita classe, proporcionaram  um serviço complementar, fazendo bonitos embrulhos de livros a presentear, com papel à escolha, e cartõezinhos pintados e decorados, feitos por elas.



Ler não é apenas ler, é descobrir o mundo.
É encontrar coisas nossas, nas histórias dos outros. ´
É enchermo-nos de sonhos.
  
Um livro é sempre um grande presente!

Quem conta um conto acrescenta um ponto

 Colecção de Clássicos Portugueses Contados às Crianças 

A biblioteca tem dinamizado este concurso, promovido pelo Semanário Sol em parceria com o Plano Nacional de Leitura.

Regulamento do concurso e informação adicional - consultar os sites do PNL   Semanário Sol.

                                          click para aumentar

                             Entrega das obras aos alunos.


MÃOS À OBRA!
                                                             
Aproveitem as férias! (tenham atenção aos prazos)

         
             

Dia Internacional dos Direitos Humanos - 10 Dezembro



62 anos da Declaração 
A declaração dos Direitos Humanos foi proclamada a 10 de Dezembro de 1948 e foi o primeiro documento internacional a  afirmar a universalidade dos direitos fundamentais e a igualdade entre todos os seres humanos, com um conjunto de normas que protege os seres humanos, na vida em sociedade.


A declaração nasceu em resposta à barbárie praticada pelo nazismo contra os judeus, comunistas, ciganos, homossexuais e portadores de deficiência e também as bombas atómicas que mataram milhares de inocentes.


O texto contém 30 artigos, e dificilmente seria possível conceber um texto tão belo e tão harmonioso.
A sua força não é apenas ideológica e política mas também jurídica.

Autor do Mês- Joanne K. Rowling


Joanne Rowling  (yate, 31 de Julho 1965), conhecida como J.K. Rowling, é uma escritora britânica de ficção, autora dos sete livros da famosa e premiada série de aventuras fantásticas Harry Potter.
 Desde criança que Joanne gostava de ler contos, muitos autores influenciaram a sua obra e fizeram nascer em Joanne, a vontade de ser escritora. Em 1990, numa viagem de comboio, surgiu inesperadamente na sua mente, a ideia de Harry Potter, um personagem que mudaria o curso da literatura juvenil. Para passar o tempo, Joanne escrevia os seus personagens, e estes assim cresciam e amadureciam, numa caixa de sapatos.

J. K Rowling enfrentou uma série de dificuldades, até atingir  a fama como escritora, passando-se longos anos até que Harry Potter e a pedra filosofal, chegasse às livrarias (1997). Desde então, Joanne escreveu os outros seis livros da série, que a tornaram rica, e a capacitaram a contribuir para instituições, que ajudam a combater doenças, injustiças e a pobreza.
 A grande popularidade dos seus livros pelo mundo, deu origem a filmes, video-jogos e muitos outros itens.


 
 

 " Eu estava a olhar pela janela e a
ideia de Harry Potter surgiu. Ele
apareceu na minha mente praticamente formado.
A ideia básica era a de um rapaz que não sabia quem era "
                                                                  J.K.Rowling








Propusemos uma atividade:

Se fosses feiticeiro, o que farias?
 
                                
                                  Os desejos foram...


" ... faria com que as armas e objectos violentos desaparecessem e faria com que houvesse um professor que me ensinasse física , matemática e química; fazia com que as pessoas saissem da crise e fazia alta viagem de finalistas de turma; inauguraria uma escola, uma ordem para combater o mal e transformaria o meu mundo num mundo melhor, mas utilizando a magia da minha personalidade; eu fazia uma máquina do tempo para parar o tempo; eu fazia com que a escola desaparecesse e em vez da escola punha um parque aquático; parava o tempo nos textes e ia ver ao livro as respostas; eu inventaria uma máquina para fazer os TPC, arrumar o quarto...eu adorava ser feiticeira; transformava o mundo ao contrário, as pessoas ao contrário e em vez das pessoas andarem para a frente, andavam para trás; mudava o mundo, as pessoas preocupavam-se com o ambiente e faziam boas acções, eu também teria poderes para proteger a humanidade e coisas do género, seria um espectáculo; fazia o Ronaldo aparecer à minha frente; fazia com que as pessoas más ficassem boas; transformava os meninos que se portam muito mal em sapos; concedia desejos para o resto da minha vida; eu dava tudo para preservar os animais em extinção, i love animals; parava o tempo nos textes e ía ao livro; daria casa, comida, e dinheiro aos   pobres e sem-abrigo; eu melhoraria a biblioteca, tornaria-me rico e não existiriam ladrões; tornaria o mundo melhor com toda a minha magia ,ajudava os pobres e recuperava os doentes, AJUDEM AS PESSOAS COM DIFICULDADES!; faria com que a escola voasse;  sinceramente não sei, há  tanta coisa para fazer...mas fazia com que as pessoas todas do mundo tivessem um lar e que fossem felizes; fazia um feitiço para ser a melhor aluna do mundo; faria o que todos os feiticeiros fariam; uma das coisas que faria era com que o desemprego acabasse; mudava tudo o que queria; primeiro faria montes de feitiços para melhorar a vida das pessoas e só depois trataria de mim; eu queria que não existissem regras porque aí não precisaríamos de ficar a estudar; acabava com a poluição; eu transformava o inverno em verão e assim tinhamos verão todo o ano (com algumas interrupções), mas por outro lado era um bocado triste porque não tinhamos Natal, e assim fazia com que o Natal fosse no verão; eu faria com que não existisse matemática e física; faria mais bibliotecas; faria o mundo parar e ía às compras durante três dias; mudaria o mundo no melhor que pudesse; eu salvaria a terra da poluição; resumindo: faria TUDO o que queria mas em especial conquistava o coração daquele rapaz e comprava uma casa grande com um quarto só para mim; eu faria as pessoas ficarem todas boas, também adoraria criar uma coisa extraordinária, para ficar bilionária; fazia uma casa de doces para todas as crianças do mundo; transformava certas pessoas em sapos; tirava a pobreza do mundo e a fome; tudo o que sou incapaz de fazer agora; fazia com que as pessoas que são más se transformassem empessoas boas; transformaria a escola em chocolates; casava-me com o João António do 6ºB; comprava uma casa de sonho, fazia chover dinheiro e conquistava o coração dum rapaz; faria o que quizesse, tinha uma boa qualidade de vida e era rica; fazia com que voasse e tivesse super poderes; transformava a Maria do 9ºD num sapo; ajudava as pessoas que precisavam como por exemplo a minha família; todas as pessoas do mundo ficavam ricas e felizes com poucas contas para pagar e ter uma grande família e amizades; dava cabo das pessoas de quem não gosto, que são poucas, e fazia as pessoas que não gostam de mim, gostarem de mim; fazia do mundo uma maravilha; mudaria o mundo de pernas para o ar; transformava Cacela numa enorme praia, sossegada e com água limpa ( Caraíbas II); criava o meu server privado e tinha excelente a todos os textes e ganhava o euromilhões; fazia com que levasse 5 a tudo nos textes; transformava a Cintia do 9ºD em mosca para ela não falar tanto, porque ela é uma melga; viajaria pelo mundo para conhecer novas terras, novas pessoas e para ajudá-las e também ajudava os animais, da destruição dos seus meios ambientes.




Alguns alunos visionaram o filme "Harry Potter e a câmara dos segredos "

S. Martinho - Concurso de quadras

11 de Novembro

Diz a lenda, que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, encontrou um velho mendigo quase nu, cheio de fome e frio. O dia estava chuvoso e frio e o velhinho quase encharcado. O cavaleiro, chamado Martinho, era muito bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres, então, ao ver aquele mendigo, ficou tão cheio de pena, que cortou a sua capa ao meio com a espada e deu-lhe uma metade. Passado pouco tempo, a chuva parou e apareceu no céu, um lindo sol.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos Homens, o acto de bondade praticado, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio, e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.

Com a colaboração do Departamento de línguas, mais uma vez, a nossa escola comemorou este dia, com o concurso de quadras.



















Registamos as vencedoras nas diferentes categorias:

Outros
1º lugar
As castanhas estão a assar.
O S. Martinho há que festejar
E se a lenda não falhar,
O sol volta a brilhar.

Ana Carina Granado

2º lugar
Os 100 anos da Républica,
Foram bons de festejar,
Mas é na noite do magusto.
Que a alegria vai transbordar.

Maria Teresa Grilo

3º lugar
O dia de S. Martinho,
Vamos todos festejar.

Comer castanhas quentinhas,
Que nos vão deliciar.
Conceição Bandarra

3º Ciclo
1º lugar
O dia de S. Martinho
É um dia de bondade,
Ele ajudou o mendigo,
Da capa deu-lhe metade.

Mariana Santos 7ºC

2º lugar
No magusto há castanhas
Na lareira a assar,
Com família e amigos,
Aqui estou a festejar.

Dinis Rodrigues 7ºC

3º lugar
S. Martinho vai chegar.
O magusto vou fazer
Com o vinho a acompanhar,
As castanhas vou comer.

Débora Gonçalves e Jéssica Soares

2º Ciclo
1º lugar

S. Martinho está a chegar
Com a sua lenda às costas.
Vamos todos festejar,
Vem também a ver se gostas.

João Rocha Roberto 5ºC

2º lugar
Gosto de castanha assada,
Não gosto de beber vinho,
Por isso não bebo nada,
No dia de S. Martinho.

Ana Lúcia Martins 5ºC

3º lugar
As crianças a comer
As castanhas a assar.
Água-pé para beber
E vamos participar.

Tomás Trindade 5ºC

1º Ciclo
1º lugarVamos fazer um magusto,
Com caruma de pinheiro.
Comer as castanhas assadas,
E saltar junto ao ribeiro.

Mariana Luís 3ºC

2º lugar
No Outono apanham-se uvas,
Alfarrobas e romãs.
Também há muitos marmelos,
Amêndoas e avelãs.

Maria Rodrigues 3º C

3º lugar
Eu fiz um magusto,
Assei vinte castanhinhas.
Souberam-me muito bem,
E estavam muito quentinhas

Verónica Freitas 3ºC


E, como não podia deixar de ser, todos comemos castanhas assadas!

Sabiam que a castanha teve, noutros tempos, uma enorme importância na alimentação dos portugueses?
No Século XII era mesmo um dos produtos básicos da alimentação; mais tarde substituiria mesmo o pão e as batatas. São ricas em vitamina C e B6 e uma boa fonte de potássio.

Actividade - 100 Anos


Se eu tivesse vivido há 100 anos, como seria?

A minha casa não teria...
A minha escola...
Eu não poderia...
Não haveria...
( verifica a exactidão das tuas afirmações com a tua Professora de História )
Recolha das impressões dos alunos:

















A minha casa não teria "luz, canalização, electricidade, frigorífico, casa de banho, televisão, gás canalizado, computador, livros, torneiras, sanitas, lâmpadas, antenas, micro-ondas, rádio, plasmas, aquecimento, telefone, fogão, camas, sofás, aquário, novas tecnologias, conforto, espaço para ter tudo o que tenho hoje, coisas estúpidas, posters do Justin Bieber nas paredes, tapetes fôfinhos, nem luz nem cor. Se pensarmos bem a minha casa teria tudo porque naquela altura não existiam os luxos que há hoje, seria apenas uma casa daquela época."

A minha escola " só era para os ricos, não tinha computadores, tantos livros, impressora, fotocopiadora, cadernos, lápis, cantina, papelaria, bar, máquinas de comida, biblioteca, filmes, jogos, muitos equipamentos, pavilhão, sala TIC, não existia, era pobrezinha, pior do que é hoje, eu não estaria lá porque as crianças do povo não podiam ir à escola pois não tinham dinheiro, era muito velha, sem chão nem tecto nem paredes nem mesas nem cadeiras, não tinha quadros electrónicos, estaria destruída, não tinha campo de futebol, nem ginásio nem cacifos, seria muito velha, seria feita de pedra, era frequentada só por quem podia, era pior do que hoje, se eu fosse rapariga não poderia frequentá-la porque não tinha direito, os meninos envolviam-se em lutas e os professores dávam réguadas, ia-se descalço, haveria mais jogos tipo escondidas e apanhada, usavam-se mais os livros e faziam-se mais debates, não se sentia a falta dos equipamentos electrónicos porque eles não existiam. "

Eu não poderia "viver à vontade, jogar no computador, ir à casa de banho, tomar banho todos os dias, falar ao telemóvel, passear da carro, ler livros de encantar, estudar, aprender a ler, ouvir música, estudar devido à falta de dinheiro, jogar futebol, comer com talheres, ir ao cinema, navegar na internet, falar abertamente, fazer o que me apetece, ser livre como sou..."


Não haveria " cinema, comboios eléctricos, bons livros para ler, biblioteca, computadores, telefone, canetas, telemóveis, direitos humanos, preservativos, casas de banho, banheiras, nada e era tudo pobre, enlatados, modernices, amigos com quem falar, internet, Allstars, escolas, hospitais e remédios, escolaridade obrigatória,escolas mistas, gelados e chupa-chupas, muitas pessoas que soubessem ler e escrever, boa educação, maquilhagem, correios, comida, alegria, câmaras de fotografar e de vídeo, cinema, salas de aula em condições, coisas para brincar e divertir, liberdade de viver, liberdade de expressão, luz nas ruas, gasolina e aviões..."


NESTA ÉPOCA
o País era predominantemente rural, só nas grandes cidades havia a preocupação com a instrução. Nos campos, as crianças começavam , muito cedo a participar nas tarefas domésticas e no cultivo da terra. A percentagem de analfabetismo era muito elevada. Quando, nas famílias, havia melhores condições económicas, contratavam-se pessoas mais instruídas que ensinavam o que sabiam. Os poucos colégios que havia, estavam ligados a ordens religiosas ou instituições de beneficência.

Os brinquedos eram muito simples, geralmente feitos pelas crianças, com materiais que aproveitavam, e as brincadeiras, eram fruto da imaginação de cada um. As bolas para jogar eram  feitas com trapos, brincavam também com aros de metal orientados por uma vareta, com caixas feitas de restos de madeira a que punham rodas, saltavam à corda, jogavam ao eixo(foto a preto e branco no fim), ao pião, à macaca...

As casas do povo eram muito simples, a divisão principal era a cozinha, onde, na lareira, se cozinhavam, em panelas de ferro, as refeições do dia. Para manter frescos os alimentos, colocavam-se junto às frestas viradas a Norte. Comia-se a criação, legumes e o pão cozido nas brasas. Os colchões eram de palha e as cama de ferro, para quem mais podia. A iluminação era a petróleo, azeite e, com velas , para os mais abastados. Como as condições de higiene eram muito precárias, facilmente se transmitiam doenças.
A medicina não chegava a grande parte da população, os cuidados médicos eram poucos e morriam muitas crianças.


Um Testemunho de Eça de Queiróz em As FARPAS (1845-1900) :

(...) Pequeno de 7 de 10 anos conduz bois, guarda o gado, apanha lenha, acarreta, sacha, colabora na cultura. Tem a altura de uma enxada e a utilidade de um homem.(...) a criança é um braço, é uma parte da tarefa(...) é uma actividade criadora, é um lucro (...)







Exposição "Um escritor Uma época"



Exposição comemorativa do Centenário da Républica, em articulação com a actividade da BE-CRE (Autor do Mês).
Actividade conjunta das disciplinas de Língua Portuguesa e História

Autor do Mês - Fernando Pessoa


Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões.

Fernando Pessoa morreu de cirrose hepática aos 47 anos, na cidade onde nasceu. Sua última frase foi escrita em Inglês: "I don't know what tomorrow will bring… " ("Não sei o que o amanhã trará")



"Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus."

Fernando Pessoa/Alberto Caeiro; Poemas Inconjuntos; Escrito entre 1913-15

Fernando Pessoa : um poeta de vários rostos

ODE
(Ricardo Reis)

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
(1933)


De " POEMAS INCONJUNTOS"
(Alberto Caeiro)

Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das coisas
O natural é o agradável só por ser natural .
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno -
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar -
No facto sublimemente ciêntifico e difícil de aceitar o natural inevitável.(...)
(1917)


Da "ODE TRIUNFAL"
(Álvaro Campos)

À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica
Tenho febre e escrevo.
Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,
Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.

Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!
Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!
Em fúria fora e dentro de mim,
Por todos os meus nervos dissecados fora,
Por todas as papilas fora de tudo com que eu sinto!
Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos,
De vos ouvir demasiadamente de perto,
E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso! (...)
(1914)



EU SINTO COM O PENSAMENTO
(Bernardo Soares)

Aquilo que, creio, produz em mim o sentimento profundo em que vivo,
de incongruência com os outros, é que a maioria pensa com a sensibilidade,
e eu sinto com o pensamento.
Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver.
Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar

Halloween

Tivemos a presença dos meninos do Pré-Escolar, que visitaram a nossa "bruxinha" e visionaram desenhos animados de Halloween.
Gif



Halloween
























Com a colaboração dos alunos, decorámos a Biblioteca para festejar o Halloween.
Para a exposição, saíram das estantes, os livros com histórias de arrepiar...

Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Efectuámos um jogo de descoberta de personagens de livros, através de algumas pistas com algumas das turmas no qual as equipas vencedoras foram premiadas com uma pequena colecção de Cds, sobre a atribuição de prémios "Nobel" em vários domínios.


Propusemos uma actividade de escrita com o tema "Imagina como seria a tua Escola sem a Biblioteca" na qual participaram com muito entusiasmo. Serão afixados todos os trabalhos.

Destacamos os seguintes:

"A minha escola sem a Biblioteca era uma escola de burros porque não haveria livros para consultar e para ler. " Bruna Antunes 6ºA
"Seria um lugar sem livros e divertimentos para ocupar os nossos tempos livres." Mariana Correia 6ºA
"Não seria nada, não podiamos estudar, requisitar livros e fazer trabalhos." Gonçalo Fernandes 7º C
" Não podia ler livros ,ver vídeos, jogar jogos e não podia estudar." Daniel
"Não podiamos ver vídeos, nem tirar apontamentos dos livros, não podiamos ler livros, nem fazer os tpc e não podiamos estudar." Duarte Nascimento 5ºA
"A minha escola sem a Biblioteca seria uma seca. Não haveria sítio para estudar e não haveria tanta alegria e animação." Laura Garcia 6ºA
"Sem a Biblioteca , não tinha maneira de descobrir muitas coisas do mundo fora. Sem ela era difícil aprender a estudar e a ser criativa."

Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Oferecemos aos leitores marcadores concebidos pela equipa da Biblioteca.




Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Elaborámos o nosso próprio cartaz para comemorar este dia especial.

Prémio Nobel da Literatura 2010

Mario Vargas Llosa Escritor peruano, nasceu a 28 de Março de 1936, é licenciado em Letras e Direito. À sua extensa obra literária é preciso acrescentar uma não menos fecunda actividade como redactor de artigos para o jornal espanhol El País e para a revista cultural Letras Libres outras publicações.Também trabalhou como professor visitante de literatura latino-americana em algumas das universidades mais prestigiadas do mundo.

Obras de Mario Vargas Llosa publicadas em Portugal:
  • A guerra do fim do mundo;
  • História de Mayta;
  • A cidade e os cães;
  • Quem matou Palomino Molero?;
  • Elogio da madrasta;
  • O falador;A tia Júlia e o escrevedor;
  • Pantaleão e as visitadoras;
  • Conversa na catedral;
  • Como peixe na água: memórias;
  • Lituma nos Andes (disponível na Biblioteca);
  • A guerra do fim do mundo;
  • Cadernos de Dom Rigoberto;
  • Cartas a um jovem romancista;
  • A festa do chibo;
  • A guerra do fim do mundo;
  • A casa verde;
  • O paraíso na outra esquina;
  • A tia Júlia e o escrevedor;
  • Travessuras da menina má;
  • Israel Palestina: paz ou Guerra Santa;
  • Diário do Iraque.
O único português que já recebeu o Prémio Nobel da Literatura foi o José Saramago, em 1998.

Dia Mundial da Música


Programa na BE/CRE
Visionamento de Concertos e Documentários
Stomp
Lord of the Dance
Buena Vista Social Club
Músicas do Mundo (NG)
The Blast
29 e 30 de Setembro
1 de Outubro

Autor do Mês - D.Dinis

D.Dinis
Sexto rei de Portugal.

Filho de D. Afonso III a de D. Beatriz de Castela. A doença de seu pai preparou-o bem cedo para governar.
Foi aclamado em Lisboa em 1279, para iniciar um longo reinado de 46 anos, inteligente e progressivo. Lutou contra os privilégios que limitavam a sua autoridade. Em 1282 estabeleceu que só junto do rei a das Cortes se podiam fazer as apelações de quaisquer juízes, a um ano depois revogou doações feitas antes da maioridade. Em 1284 recorreu às inquirições, a que outras se seguiram. Em 1290 foram condenadas todas as usurpações.
Quando subiu ao trono, estava a coroa em litígio com a Santa Sé motivado por abusos do clero em relação à propriedade real. D. Dinis por acordo diplomático, obteve a concordata após a qual os litígios passaram a ser resolvidos pelo rei a os seus prelados. Apoiou os cavaleiros portugueses da Ordem de Santiago, que pretendiam separar-se do seu mestre castelhano. Salvou a Ordem dos Templários em Portugal, passando a chamar‑Ihes Ordem de Cristo.
Travou guerra com Castela, mas dela desistiu depois de obter as vilas de Moura a Serpa, territórios para lá do Guadiana e a reforma das fronteiras de Ribacoa. Percorreu cidades a vilas, em que fortificou os seus direitos, zelou pela justiça a organizou a defesa em todas as comarcas. Fomentou todos os meios de uma riqueza nacional, na extracção de prata, estanho, ferro, exigindo em troca um quinto do minério a um décimo de ferro puro. Desenvolveu as feiras, protegeu a exportação de produtos agrícolas para a Flandres, Inglaterra e França. Exportações que abrangiam ainda sal e peixe salgado. Em troca vinham minérios e tecidos. Estabeleceu com a Inglaterra um tratado de comércio, em 1308. Foi o grande impulsionador da nossa marinha, embora fosse à agricultura que dedicou maior atenção. A exploração das terras estava na posse das ordens religiosas. D. Dinis procurou interessar nelas todo o povo, pelo que facilitou distribuições de terras. Fundou aldeias, estabeleceu toda uma série de preciosas medidas tendentes a fomentarem a agricultura, adoptando vários sistemas consoante as regiões a as províncias.
Deve-se ainda a D. Dinis um grande impulso na cultura nacional. Entre várias medidas tomadas, deve citar-se a Magna Charta Priveligiorum, primeiro estatuto da Universidade, a tradução de muitas obras, etc.
A sua corte foi um dos centros literários mais notáveis da Península.

http://www.arqnet.pt/portal/portugal/temashistoria/dinis.html

5 de Outubro - Centenário da República

Comemoração do centenário da República.,com o empenho e entusiasmo dos alunos na pintura de 100 bandeiras.

Conjuntura com os grupos disciplinares H.G.P./ Historia