Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Efectuámos um jogo de descoberta de personagens de livros, através de algumas pistas com algumas das turmas no qual as equipas vencedoras foram premiadas com uma pequena colecção de Cds, sobre a atribuição de prémios "Nobel" em vários domínios.


Propusemos uma actividade de escrita com o tema "Imagina como seria a tua Escola sem a Biblioteca" na qual participaram com muito entusiasmo. Serão afixados todos os trabalhos.

Destacamos os seguintes:

"A minha escola sem a Biblioteca era uma escola de burros porque não haveria livros para consultar e para ler. " Bruna Antunes 6ºA
"Seria um lugar sem livros e divertimentos para ocupar os nossos tempos livres." Mariana Correia 6ºA
"Não seria nada, não podiamos estudar, requisitar livros e fazer trabalhos." Gonçalo Fernandes 7º C
" Não podia ler livros ,ver vídeos, jogar jogos e não podia estudar." Daniel
"Não podiamos ver vídeos, nem tirar apontamentos dos livros, não podiamos ler livros, nem fazer os tpc e não podiamos estudar." Duarte Nascimento 5ºA
"A minha escola sem a Biblioteca seria uma seca. Não haveria sítio para estudar e não haveria tanta alegria e animação." Laura Garcia 6ºA
"Sem a Biblioteca , não tinha maneira de descobrir muitas coisas do mundo fora. Sem ela era difícil aprender a estudar e a ser criativa."

Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Oferecemos aos leitores marcadores concebidos pela equipa da Biblioteca.




Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Elaborámos o nosso próprio cartaz para comemorar este dia especial.

Prémio Nobel da Literatura 2010

Mario Vargas Llosa Escritor peruano, nasceu a 28 de Março de 1936, é licenciado em Letras e Direito. À sua extensa obra literária é preciso acrescentar uma não menos fecunda actividade como redactor de artigos para o jornal espanhol El País e para a revista cultural Letras Libres outras publicações.Também trabalhou como professor visitante de literatura latino-americana em algumas das universidades mais prestigiadas do mundo.

Obras de Mario Vargas Llosa publicadas em Portugal:
  • A guerra do fim do mundo;
  • História de Mayta;
  • A cidade e os cães;
  • Quem matou Palomino Molero?;
  • Elogio da madrasta;
  • O falador;A tia Júlia e o escrevedor;
  • Pantaleão e as visitadoras;
  • Conversa na catedral;
  • Como peixe na água: memórias;
  • Lituma nos Andes (disponível na Biblioteca);
  • A guerra do fim do mundo;
  • Cadernos de Dom Rigoberto;
  • Cartas a um jovem romancista;
  • A festa do chibo;
  • A guerra do fim do mundo;
  • A casa verde;
  • O paraíso na outra esquina;
  • A tia Júlia e o escrevedor;
  • Travessuras da menina má;
  • Israel Palestina: paz ou Guerra Santa;
  • Diário do Iraque.
O único português que já recebeu o Prémio Nobel da Literatura foi o José Saramago, em 1998.

Dia Mundial da Música


Programa na BE/CRE
Visionamento de Concertos e Documentários
Stomp
Lord of the Dance
Buena Vista Social Club
Músicas do Mundo (NG)
The Blast
29 e 30 de Setembro
1 de Outubro

Autor do Mês - D.Dinis

D.Dinis
Sexto rei de Portugal.

Filho de D. Afonso III a de D. Beatriz de Castela. A doença de seu pai preparou-o bem cedo para governar.
Foi aclamado em Lisboa em 1279, para iniciar um longo reinado de 46 anos, inteligente e progressivo. Lutou contra os privilégios que limitavam a sua autoridade. Em 1282 estabeleceu que só junto do rei a das Cortes se podiam fazer as apelações de quaisquer juízes, a um ano depois revogou doações feitas antes da maioridade. Em 1284 recorreu às inquirições, a que outras se seguiram. Em 1290 foram condenadas todas as usurpações.
Quando subiu ao trono, estava a coroa em litígio com a Santa Sé motivado por abusos do clero em relação à propriedade real. D. Dinis por acordo diplomático, obteve a concordata após a qual os litígios passaram a ser resolvidos pelo rei a os seus prelados. Apoiou os cavaleiros portugueses da Ordem de Santiago, que pretendiam separar-se do seu mestre castelhano. Salvou a Ordem dos Templários em Portugal, passando a chamar‑Ihes Ordem de Cristo.
Travou guerra com Castela, mas dela desistiu depois de obter as vilas de Moura a Serpa, territórios para lá do Guadiana e a reforma das fronteiras de Ribacoa. Percorreu cidades a vilas, em que fortificou os seus direitos, zelou pela justiça a organizou a defesa em todas as comarcas. Fomentou todos os meios de uma riqueza nacional, na extracção de prata, estanho, ferro, exigindo em troca um quinto do minério a um décimo de ferro puro. Desenvolveu as feiras, protegeu a exportação de produtos agrícolas para a Flandres, Inglaterra e França. Exportações que abrangiam ainda sal e peixe salgado. Em troca vinham minérios e tecidos. Estabeleceu com a Inglaterra um tratado de comércio, em 1308. Foi o grande impulsionador da nossa marinha, embora fosse à agricultura que dedicou maior atenção. A exploração das terras estava na posse das ordens religiosas. D. Dinis procurou interessar nelas todo o povo, pelo que facilitou distribuições de terras. Fundou aldeias, estabeleceu toda uma série de preciosas medidas tendentes a fomentarem a agricultura, adoptando vários sistemas consoante as regiões a as províncias.
Deve-se ainda a D. Dinis um grande impulso na cultura nacional. Entre várias medidas tomadas, deve citar-se a Magna Charta Priveligiorum, primeiro estatuto da Universidade, a tradução de muitas obras, etc.
A sua corte foi um dos centros literários mais notáveis da Península.

http://www.arqnet.pt/portal/portugal/temashistoria/dinis.html

5 de Outubro - Centenário da República

Comemoração do centenário da República.,com o empenho e entusiasmo dos alunos na pintura de 100 bandeiras.

Conjuntura com os grupos disciplinares H.G.P./ Historia