EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

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06/10/2020

Implantação da República


 Em Outubro de 1910, depois de vários meses de preparação, houve uma revolução em Lisboa e desta vez com êxito. Às 9 horas da manhã do dia 5 de Outubro proclamava-se a República na varanda da Câmara Municipal de Lisboa. Saíram milhares de pessoas para a rua a festejar, a notícia espalhou-se rapidamente pelo país e a mudança tornou-se um facto consumado.

As leis do novo regime aboliram os privilégios por nascimento e procuraram maior liberdade e mais justiça social.

A Républica permite que qualquer português que se distinga pelas sua qualidades e seja eleito, se torne Presidente da República. 

Uma mudança tão profunda - da Monarquia à República - exigia que se escolhesse outra bandeira nacional.



O republicanos quiseram deixar claro que o facto de terem implantado um novo regime não significava uma ruptura com a História de Portugal. Muito pelo contrário,. a construção do país fora longa, passara por muitas etapas e esta era mais uma que representava progresso.

Por isso escolheram o dia 1 de Dezembro, data em que se comemora a Restauração da Independência, para ser também o dia da bandeira nacional.

 Assim, a 1 de Dezembro de 1910, organizou-se um belo cortejo em Lisboa. Apesar do mau tempo e da chuva miudinha que caiu sem cessar, a população saiu à rua para festejar a nova bandeira verde e vermelha que flutuava nos mastros, novinha em folha.


in, "Abandeira e o Hino- símbolos de Portugal", Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada



30/11/2018

1º de Dezembro - Restauração da Independência de Portugal


Em 1580, Portugal perdeu a sua Independência e passou a ser governado por um vice-rei espanhol, passando D. Filipe II de Espanha a intitular-se também Filipe I, rei de Portugal.
Filipe I nasceu em Valladolid, no ano de 1527 e tomou o Trono Português pela força iniciando um período muito mau para Portugal que durou 60 anos. Recebeu o cognome «O Prudente».
Filipe I faleceu em 1598.
Sucedeu-lhe seu filho Filipe II, de cognome «O Pio». Nasceu em Madrid, em 1578 e faleceu em 1621.
Filipe III sucedeu a seu pai Filipe II. Nasceu em Madrid, em 1605.
O povo português vivia cada vez mais revoltado; a decadência económica e política do país eram péssimas.
Em 1637, rebentou em Évora uma revolução a favor da independência de Portugal que saiu fracassada. Ficou conhecida como «A Revolta do Manuelinho».
Um grupo de quarenta portugueses, no mais absoluto segredo, preparou uma revolução. No dia 1 de Dezembro de 1640, concentraram-se no Terreiro do Paço e, ao soar da última badalada das nove horas, invadiram o Paço da Ribeira onde residia a Duquesa de Mântua, então regente do Rei de Espanha.
D. Miguel de Almeida (um velho fidalgo) assomou a uma varanda e gritou: – «Liberdade! Liberdade! Viva o Rei D. João IV!». A Duquesa tentou opor resistência, mas em vão. O português traidor ou Miguel de Vasconcelos, que era secretário da Duquesa correu a esconder-se num armário mas foi descoberto e pagou com a morte os ultrajes à Pátria. O Povo concentrou-se na Praça e aclamou o novo Rei, D. João IV (Duque de Bragança).
Nesse dia inesquecível, Portugal renasceu, recuperou a sua Independência e põs fim a 60 anos de ditadura espanhola.
Carlos Letra
Livro “História Cronológica do meu Portugal”

09/12/2013

Reis e Rainhas de Portugal - Biografias

Encontram-se em exposição, no átrio da escola, os trabalhos do 8ºC e D, no âmbito da disciplina de História.

Reis e Rainhas da I e II Dinastias


I Dinastia
De Borgonha

Afonso Henriques, primeiro
rei-dos-reis, Conquistador,
reuniu Portus e Calle,
e Dom Sancho, seu herdeiro,
guerreiro, Povoador,
continuou Portugal.

Para exemplo crucial
face ao inimigo esconso
pondo seu pai em memória,
fecundo além do normal
Dom Sancho gerou Afonso,
o Gordo
 da lusa-história.

Vindo em linha sucessória
surge Dom Sancho-segundo,
o Capelo,
 régio e crente,
irmão do terço em glória,
também Afonso pró mundo,
o Bolonhês sapiente.

Segue avante a lusa-gente
sob um reinado feliz
que mais e mais se levanta
na gestão eficiente
do Lavrador Dom Dinis
casado com uma Santa.

Mais um Bravo se implanta,
el-rei Dom Afonso-quarto,
temido e assaz guerreiro,
pai do rei que nos encanta
em tempo curto mas farto,
Dom Pedro, o Justiceiro.

Enfim o rei derradeiro
da primeira-dinastia,
Dom Fernando, o «Formoso»,
de grandes males urdeiro
por ter dado em primazia
sua filha a rei maldoso.

Porto - Portugal
António Torre da Guia









II Dinastia
De Avis








11/06/2013

A vida quotidiana nos senhorios - Portugal Séc XIII - HGP 5º Ano

Trabalhos muito interessantes, elaborados pelos alunos do 5º ano, coordenados pela Profª Celina Alves.

A nobreza possuía grande parte das terras do reino, os senhorios.

As residências dos nobres eram normalmente construídas num local elevado das suas propriedades.

A maior parte dos camponeses vivia nos senhorios da nobreza e do clero ou nas terras do rei (reguengos). Trabalhavam a terra de sol a sol e por ela pagavam uma parte da produção, ou renda fixa em géneros ou moeda. Além disso, ajudavam nas colheitas do senhor e reparavam as muralhas da sua casa acastelada.

(Manual HGP - 5º ano)














18/04/2013

Modernização de Portugal no séc. XIX - Trabalhos


A modernização do País na segunda metade do séc. XIX, na agricultura, nos meios de transporte e de comunicação.

Exposição de trabalhos, no átrio da escola, realizados pelos alunos do 6º A, na disciplina H.G.P., sob a orientação da Profª Filomena Andrade.



Na segunda metade do século, o Governo português mandou construir estradas, pontes, caminhos de ferro e túneis, e modernizar os próprios transportes.

Foram então aplicadas em Portugal inovações já utilizadas em outros países europeus, como, por exemplo, a utilização da máquina a vapor nos transportes.

Em 1856, realizou-se a primeira viagem de comboio ligando Lisboa ao Carregado.

Em 1868 inaugurou-se a ligação ferroviária Lisboa-Madrid e, em 1887, iniciou-se a ligação direta Lisboa-Madrid-Paris. Portugal ficou assim mais perto do centro da Europa.



Além dos meios de transporte, desenvolveram-se outras formas de comunicação. Os correios foram remodulados, surgindo o primeiro selo adesivo.






 A modernização da agricultura foi uma das prioridades dos governos liberais. Várias medidas foram tomadas para melhorar a produção, que foi gradualmente aumentando e tornando-se mais variada.




06/03/2013

Os primeiros povos na Península Ibérica

As Comunidades Recolectoras, reproduzidas muito expressivamente pelos alunos do 5º Ano, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, da responsabilidade da Profª Celina Alves.

Há muitos milhares de anos, o Homem surgiu em África. Mais tarde, espalhou-se pela Europa e chegou à Península Ibérica.
Os primeiros grupos humanos viviam da caça e da pesca e recolhiam raízes e frutos silvestres. Eram caçadores recolectores.
Quando os alimentos escasseavam, partiam para outras regiões, eram nómadas.

Foi nas cavernas que os homens primitivos fizeram pinturas rupestres que, geralmente representam cenas de caça.

                         


Com o passar do tempo, o clima da Península Ibérica tornou-se mais quente e seco.
A rena partiu para regiões mais frias e o mamute desapareceu.


Com a descoberta da agricultura, estes povos vão-se fixando junto dos rios e das terras mais férteis e constroem povoados.


Abandonam as grutas e começam a cultivar os campos e a domesticar os animais. Surge a pastorícia e a agricultura. O Homem torna-se sedentário
.


Junto dos campos cultivados, construiu as suas casas






  

Entretanto desenvolvem novos utensílios e novas actividades, como a olaria, a cestaria e a tecelagem, podendo assim guardar os seus alimentos e proteger-se do frio. 
Os mais importantes dos povos agro-pastoris foram os Iberos e os celtas, que mais tarde se misturaram e deram origem aos Celtiberos.

Uma das suas tribos chamara-se Lusitanos, o povo de Viriato.











04/12/2012

Exposição de trabalhos - Dia da Restauração

No âmbito da disciplina de História, o 6ºC expôs alguns trabalhos ilucidativos da Restauração da Independência de Portugal em 1640.

10/06/2012

Castelos de Portugal





A criatividade posta à prova, pelos alunos do 7º Ano, no âmbito da disciplina de História, coordenada pela Profª Lurdes Moedas