Festival de Verão


 Despedida do ano letivo maravilhosa com música instrumental e canto pelos alunos de Educação Musical. Coordenação e organização da professora Sandra Jesus.

Festa refrescada e adocicada por alunos do 8º ano, a preparar o tão esperado passeio de finalistas.


















A pensar nas férias








Lenços dos Namorados

Trabalhos de grupo elaborados pelos alunos do 9ºD no âmbito de Educação Visual, sob a coordenação da professora Sandra Marinho





Amiguinho


A revista de junho disponível na biblioteca.

A Fauna de Cacela Velha

No âmbito da flexibilidade curricular, as disciplinas de EV+ET + C.N.+ Port. desenvolveram com a turma do 5ºA uma DAC com o tema.
Coordenação da professora Elizabete Isabel.







Visão Junior

Disponível na biblioteca a revista de junho.

Feira do Livro Usado


A biblioteca agradece a todos os que colaboraram no evento.
Posteriormente divulgaremos os livros adquiridos com a verba realizada.

Para além da promoção do interesse pela leitura e pelo livro, este tipo de feira promove também a tomada de consciência ambiental, ao reutilizar, dando uma segunda vida aos livros, e com a vantagem dos preços simbólicos.









Dia Mundial dos Oceanos


"Este ano o dia 8 de junho foi assinalado no meio de um intenso debate sobre o impacto do homem na qualidade da vida nos oceanos, sobretudo por causa de décadas de uso plástico considerado excessivo. 



As Nações Unidas estimam que, todos os anos, 13 milhões de toneladas de plástico vão parar aos oceanos, provocando a morte de 100 mil espécies marinhas.

O Mediterrâneo continua a ser o mar mais poluído do planeta. A certeza é dada por um biólogo espanhol que há mais de 30 anos estuda o impacto da ação do homem na qualidade das águas mediterrânicas. 

No caso do Mediterrâneo, o maior problema são os microplásticos — pedaços muito, muito pequenos, difíceis de detetar e que resultam da fragmentação de pedaços maiores, em contacto com a força das ondas.
Ainda assim, assegura, há tempo para agir. O biólogo diz que “estamos a tempo de salvar o Mediterrâneo”, mas “é agora ou nunca”. Várias organizações — como a ONU — e instituições governamentais têm em marcha programas e campanhas para tentar travar o problema.
(Observador.pt) toda a notícia aqui
 Portugal assinalou a data com várias iniciativas de limpeza dos oceanos em vários distritos.

Salvemos o planeta!


Ilustração de Mara Abrantes, 6º ano.

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Salvemos o planeta!


Ilustração de Liliana Martins, 9º ano

National Geographic

Disponível na biblioteca a revista de junho.
Desta vez distribuída dentro de um envelope de papel reciclável, substituindo o plástico que a envolvia até agora. Sinais de mudança!

"Planeta ou plástico? Escolha o PLANETA.
É tempo de assumir o compromisso."




"Destacamos este mês um dos mais extraordinários monumentos da Idade Média – a Catedral de Santiago de Compostela e o seu Pórtico da Glória, destino final de gerações de peregrinos que rumavam à cidade pelos Caminhos de Santiago. Um impressionante restauro recuperou a vivacidade e as cores do passado. Voltámos por momentos ao século XII.
Também de turismo, mas de vida selvagem, se faz esta edição de Junho. Um dossier impressionante (inserido na série Wildlife Watch) documenta o sofrimento de muitos animais, maltratados para que possamos tirar uma efémera "selfie" com eles num destino de sonho. Golfinhos, tigres, elefantes são o reverso da moeda de um turismo de natureza que cresce explosivamente.

Acompanhámos também uma equipa portuguesa, do Laboratório HERCULES, convidada peloMunchmuseet de Oslo a trabalhar no restauro e diagnóstico de patologias de algumas das obras de Edvard Munch, o autor de "O Grito".
Do Norte da Europa, viajámos pelo hemisfério sul. O esquivo pangolim, animal tão exótico como adaptável, enfrenta uma grave crise. Apreciado pela medicina tradicional chinesa, o pangolim está a saque em África e na Ásia.
Ainda em África, documentamos o inesquecível projecto de uma patrulha de vigilantes da natureza exclusivamente formada por senhoras. São as mulheres em luta contra a caça furtiva.
Isto e muito mais na sua National Geographic de Junho. Boas leituras!"

facebook.ngportugal

Agustina Bessa-Luís

A biblioteca presta homenagem à escritora. Um dos nomes maiores da literatura portuguesa.
Vila Meã (Amarante), 1922 - Porto, 3 de junho 2019 

Em exposição, alguns dos seus livros que existem na biblioteca.


Grande parte da sua vida foi passada a escrever. Dos romances aos escritos mais breves., Agustina domina a palavra com a mestria que caracteriza os génios da literatura.
Escritora, ensísta, articulista e jornalista, o seu estilo surpreende e provoca.

O cenário de infância é rural, ao correr do rio Douro. Agustina contém em si a força dessa terra, feita de instinto, sabedoria e de uma certa crueldade com que vai tecer os enredos da abundante bibliografia. 

Escreve sobre a condição da mulher, a natureza humana, o bem e o mal.


O encontro com os livros e com as leituras acontece cedo, na biblioteca do avô materno. Começa a escrever a partir de estampas que recorta e, aos 12 anos, as  suas histórias fazem dela a heroína da turma. A escrita passa a ser uma obsessão. Agustina confessa que escreve rapidamente e sem emendas. Publica o primeiro romance, “Mundo Fechado”, em 1948, com 26 anos de idade. Seis anos depois aparece “A Sibila”, romance que a consagra e que conquista presença nos currículos escolares. Algumas das suas histórias, como ”Fanny Owen” ou a obra-prima “Vale Abraão”, foram adaptadas ao cinema por Manoel de Oliveira, o decano dos cineastas portugueses. 

Prosadora de qualidades reconhecidas e amplamente premiadas, a vencedora do Prémio Camões em 2004 é considerada a herdeira de Camilo Castelo Branco. As histórias que faz são parecidas com a vida, desconexas e filosóficas. Observadora atenta da sociedade portuguesa, recorre a uma ironia sofisticada e impiedosa  para criticar o mundo fechado da aristocracia nortenha.

(rtp.pt)