Feira do Livro na biblioteca


De novo, a banca dos livros se instalou por três dias, animando muito a nossa biblioteca. É sempre com muito prazer e entusiasmo que os recebemos e  os divulgamos. 
A parceria com o Departamento de Línguas e o voluntariado de algumas alunas do 9º ano como "Hospedeiras do Livro" foram fundamentais. Pela primeira vez e com muita classe, proporcionaram  um serviço complementar, fazendo bonitos embrulhos de livros a presentear, com papel à escolha, e cartõezinhos pintados e decorados, feitos por elas.



Ler não é apenas ler, é descobrir o mundo.
É encontrar coisas nossas, nas histórias dos outros. ´
É enchermo-nos de sonhos.
  
Um livro é sempre um grande presente!

Quem conta um conto acrescenta um ponto

 Colecção de Clássicos Portugueses Contados às Crianças 

A biblioteca tem dinamizado este concurso, promovido pelo Semanário Sol em parceria com o Plano Nacional de Leitura.

Regulamento do concurso e informação adicional - consultar os sites do PNL   Semanário Sol.

                                          click para aumentar

                             Entrega das obras aos alunos.


MÃOS À OBRA!
                                                             
Aproveitem as férias! (tenham atenção aos prazos)

         
             

Dia Internacional dos Direitos Humanos - 10 Dezembro



62 anos da Declaração 
A declaração dos Direitos Humanos foi proclamada a 10 de Dezembro de 1948 e foi o primeiro documento internacional a  afirmar a universalidade dos direitos fundamentais e a igualdade entre todos os seres humanos, com um conjunto de normas que protege os seres humanos, na vida em sociedade.


A declaração nasceu em resposta à barbárie praticada pelo nazismo contra os judeus, comunistas, ciganos, homossexuais e portadores de deficiência e também as bombas atómicas que mataram milhares de inocentes.


O texto contém 30 artigos, e dificilmente seria possível conceber um texto tão belo e tão harmonioso.
A sua força não é apenas ideológica e política mas também jurídica.

Autor do Mês- Joanne K. Rowling


Joanne Rowling  (yate, 31 de Julho 1965), conhecida como J.K. Rowling, é uma escritora britânica de ficção, autora dos sete livros da famosa e premiada série de aventuras fantásticas Harry Potter.
 Desde criança que Joanne gostava de ler contos, muitos autores influenciaram a sua obra e fizeram nascer em Joanne, a vontade de ser escritora. Em 1990, numa viagem de comboio, surgiu inesperadamente na sua mente, a ideia de Harry Potter, um personagem que mudaria o curso da literatura juvenil. Para passar o tempo, Joanne escrevia os seus personagens, e estes assim cresciam e amadureciam, numa caixa de sapatos.

J. K Rowling enfrentou uma série de dificuldades, até atingir  a fama como escritora, passando-se longos anos até que Harry Potter e a pedra filosofal, chegasse às livrarias (1997). Desde então, Joanne escreveu os outros seis livros da série, que a tornaram rica, e a capacitaram a contribuir para instituições, que ajudam a combater doenças, injustiças e a pobreza.
 A grande popularidade dos seus livros pelo mundo, deu origem a filmes, video-jogos e muitos outros itens.


 
 

 " Eu estava a olhar pela janela e a
ideia de Harry Potter surgiu. Ele
apareceu na minha mente praticamente formado.
A ideia básica era a de um rapaz que não sabia quem era "
                                                                  J.K.Rowling








Propusemos uma atividade:

Se fosses feiticeiro, o que farias?
 
                                
                                  Os desejos foram...


" ... faria com que as armas e objectos violentos desaparecessem e faria com que houvesse um professor que me ensinasse física , matemática e química; fazia com que as pessoas saissem da crise e fazia alta viagem de finalistas de turma; inauguraria uma escola, uma ordem para combater o mal e transformaria o meu mundo num mundo melhor, mas utilizando a magia da minha personalidade; eu fazia uma máquina do tempo para parar o tempo; eu fazia com que a escola desaparecesse e em vez da escola punha um parque aquático; parava o tempo nos textes e ia ver ao livro as respostas; eu inventaria uma máquina para fazer os TPC, arrumar o quarto...eu adorava ser feiticeira; transformava o mundo ao contrário, as pessoas ao contrário e em vez das pessoas andarem para a frente, andavam para trás; mudava o mundo, as pessoas preocupavam-se com o ambiente e faziam boas acções, eu também teria poderes para proteger a humanidade e coisas do género, seria um espectáculo; fazia o Ronaldo aparecer à minha frente; fazia com que as pessoas más ficassem boas; transformava os meninos que se portam muito mal em sapos; concedia desejos para o resto da minha vida; eu dava tudo para preservar os animais em extinção, i love animals; parava o tempo nos textes e ía ao livro; daria casa, comida, e dinheiro aos   pobres e sem-abrigo; eu melhoraria a biblioteca, tornaria-me rico e não existiriam ladrões; tornaria o mundo melhor com toda a minha magia ,ajudava os pobres e recuperava os doentes, AJUDEM AS PESSOAS COM DIFICULDADES!; faria com que a escola voasse;  sinceramente não sei, há  tanta coisa para fazer...mas fazia com que as pessoas todas do mundo tivessem um lar e que fossem felizes; fazia um feitiço para ser a melhor aluna do mundo; faria o que todos os feiticeiros fariam; uma das coisas que faria era com que o desemprego acabasse; mudava tudo o que queria; primeiro faria montes de feitiços para melhorar a vida das pessoas e só depois trataria de mim; eu queria que não existissem regras porque aí não precisaríamos de ficar a estudar; acabava com a poluição; eu transformava o inverno em verão e assim tinhamos verão todo o ano (com algumas interrupções), mas por outro lado era um bocado triste porque não tinhamos Natal, e assim fazia com que o Natal fosse no verão; eu faria com que não existisse matemática e física; faria mais bibliotecas; faria o mundo parar e ía às compras durante três dias; mudaria o mundo no melhor que pudesse; eu salvaria a terra da poluição; resumindo: faria TUDO o que queria mas em especial conquistava o coração daquele rapaz e comprava uma casa grande com um quarto só para mim; eu faria as pessoas ficarem todas boas, também adoraria criar uma coisa extraordinária, para ficar bilionária; fazia uma casa de doces para todas as crianças do mundo; transformava certas pessoas em sapos; tirava a pobreza do mundo e a fome; tudo o que sou incapaz de fazer agora; fazia com que as pessoas que são más se transformassem empessoas boas; transformaria a escola em chocolates; casava-me com o João António do 6ºB; comprava uma casa de sonho, fazia chover dinheiro e conquistava o coração dum rapaz; faria o que quizesse, tinha uma boa qualidade de vida e era rica; fazia com que voasse e tivesse super poderes; transformava a Maria do 9ºD num sapo; ajudava as pessoas que precisavam como por exemplo a minha família; todas as pessoas do mundo ficavam ricas e felizes com poucas contas para pagar e ter uma grande família e amizades; dava cabo das pessoas de quem não gosto, que são poucas, e fazia as pessoas que não gostam de mim, gostarem de mim; fazia do mundo uma maravilha; mudaria o mundo de pernas para o ar; transformava Cacela numa enorme praia, sossegada e com água limpa ( Caraíbas II); criava o meu server privado e tinha excelente a todos os textes e ganhava o euromilhões; fazia com que levasse 5 a tudo nos textes; transformava a Cintia do 9ºD em mosca para ela não falar tanto, porque ela é uma melga; viajaria pelo mundo para conhecer novas terras, novas pessoas e para ajudá-las e também ajudava os animais, da destruição dos seus meios ambientes.




Alguns alunos visionaram o filme "Harry Potter e a câmara dos segredos "

S. Martinho - Concurso de quadras

11 de Novembro

Diz a lenda, que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, encontrou um velho mendigo quase nu, cheio de fome e frio. O dia estava chuvoso e frio e o velhinho quase encharcado. O cavaleiro, chamado Martinho, era muito bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres, então, ao ver aquele mendigo, ficou tão cheio de pena, que cortou a sua capa ao meio com a espada e deu-lhe uma metade. Passado pouco tempo, a chuva parou e apareceu no céu, um lindo sol.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos Homens, o acto de bondade praticado, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio, e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.

Com a colaboração do Departamento de línguas, mais uma vez, a nossa escola comemorou este dia, com o concurso de quadras.



















Registamos as vencedoras nas diferentes categorias:

Outros
1º lugar
As castanhas estão a assar.
O S. Martinho há que festejar
E se a lenda não falhar,
O sol volta a brilhar.

Ana Carina Granado

2º lugar
Os 100 anos da Républica,
Foram bons de festejar,
Mas é na noite do magusto.
Que a alegria vai transbordar.

Maria Teresa Grilo

3º lugar
O dia de S. Martinho,
Vamos todos festejar.

Comer castanhas quentinhas,
Que nos vão deliciar.
Conceição Bandarra

3º Ciclo
1º lugar
O dia de S. Martinho
É um dia de bondade,
Ele ajudou o mendigo,
Da capa deu-lhe metade.

Mariana Santos 7ºC

2º lugar
No magusto há castanhas
Na lareira a assar,
Com família e amigos,
Aqui estou a festejar.

Dinis Rodrigues 7ºC

3º lugar
S. Martinho vai chegar.
O magusto vou fazer
Com o vinho a acompanhar,
As castanhas vou comer.

Débora Gonçalves e Jéssica Soares

2º Ciclo
1º lugar

S. Martinho está a chegar
Com a sua lenda às costas.
Vamos todos festejar,
Vem também a ver se gostas.

João Rocha Roberto 5ºC

2º lugar
Gosto de castanha assada,
Não gosto de beber vinho,
Por isso não bebo nada,
No dia de S. Martinho.

Ana Lúcia Martins 5ºC

3º lugar
As crianças a comer
As castanhas a assar.
Água-pé para beber
E vamos participar.

Tomás Trindade 5ºC

1º Ciclo
1º lugarVamos fazer um magusto,
Com caruma de pinheiro.
Comer as castanhas assadas,
E saltar junto ao ribeiro.

Mariana Luís 3ºC

2º lugar
No Outono apanham-se uvas,
Alfarrobas e romãs.
Também há muitos marmelos,
Amêndoas e avelãs.

Maria Rodrigues 3º C

3º lugar
Eu fiz um magusto,
Assei vinte castanhinhas.
Souberam-me muito bem,
E estavam muito quentinhas

Verónica Freitas 3ºC


E, como não podia deixar de ser, todos comemos castanhas assadas!

Sabiam que a castanha teve, noutros tempos, uma enorme importância na alimentação dos portugueses?
No Século XII era mesmo um dos produtos básicos da alimentação; mais tarde substituiria mesmo o pão e as batatas. São ricas em vitamina C e B6 e uma boa fonte de potássio.