Os Melhores Leitores do 2º Período


Carolina  Pereira- 6ºB

Marta  Carneiro- 6ºA

Daniela Neto- 8ºD

Tony Pereira- 6ºB





Títulos mais lidos:

Poemas da mentira e da verdade
O diário de um banana 3
Diário de um tansa


A dança da leitura 
Para quem gosta de ler esparramado no sofá em casa


25 de Abril - A Revolução dos Cravos

O que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974?

 Nesse dia, militares do MFA (Movimento da Forças Armadas), descontentes com a governação do país e cansados da longa guerra colonial, revoltaram-se contra o regime ditatorial em que vivia Portugal e promoveram uma enorme viragem na História do país. Com a "Revolução dos Cravos", restaurou-se a democracia e Portugal passou a conhecer o significado da palavra   liberdade.


Como era Portugal antes do 25 de Abril?

Imagina um país em que os cidadãos não são livres de dizer aquilo que pensam. Um país em que a imprensa, o cinema, o teatro, a literatura e outras formas de expressão cultural são controlados e sujeitos à censura , que determina o que é permitido ver, ler e escrever. Um país com um aparelho policial ( PIDE ) que castiga severamente aqueles que se opõem ao regime. Um país em que não estão garantidos os direitos à educação, à saúde, ao trabalho ou à habitação. Um país envolvido numa longa guerra colonial em Angola, na Guiné e em Moçambique. Assim era Portugal antes do 25 de Abril!

O que mudou após a Revolução dos Cravos?

Livros existentes na biblioteca sobre o tema
A Revolução do 25 de Abril trouxe de volta a liberdade de opinião e de expressão.
Finalmente, era possível dizer aquilo que se pensava sem ter medo de ser punido.
Tornou-se possível constituir partidos e associações e realizar eleições livres. Com a "Revolução dos Cravos", terminou a guerra colonial e os cidadãos passaram a ver garantidos os seus direitos económicos, jurídicos e sociais.




Hoje, as conquistas do 25 de Abril fazem totalmente parte do nosso quotidiano. Talvez por isso nos esqueçamos de valorizar o bem precioso que foi devolvido ao país nessa data: a LIBERDADE!

Fonte: http://www.sitiodosmiudos.pt/sitio.asp



Alunos do 6ºB a assistir ao filme "Capitães de Abril"


Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

Comemora-se hoje, a 23 de Abril.
Desde 1995 que, por iniciativa da UNESCO, se celebra em todo o mundo o prazer da leitura.


Jonathan Burton

Escrita cuneiforme ( cunhada em argila)

Na civilização mais antiga da Humanidade, a Suméria, o livro era um tijolo de barro cozido, argila ou pedra, com textos gravados ou cunhados. Esse tipo de escrita é datado de 3500 anos A.C. e é o primeiro registo humano de escrita.




 A evolução deste registro deu-se no Egipto com os rolos de papiro que chegavam a vinte metros de comprimento, escritos com hieróglifos. O termo hieróglifo advém da união de duas palavras gregas: hierós (sagrado) e glyphós (escrita), desde logo uma adoração às palavras.

Hieróglifos egípcios em folhas de papiro
Os indianos faziam livros de folhas de palmeiras. Os maias e os astecas em forma de sanfona, de um material existente entre a casca das árvores e de madeira. Os chineses, por sua vez, utilizavam rolos de seda para fazer os livros e os romanos escreviam em tábuas de madeira cobertas com cera.


Pergaminho ( em pele de animal)

Com o surgimento do pergaminho, feito geralmente de pele de carneiro, tornou-se possível o fabrico de livros como os que hoje conhecemos, contudo diferentes dos actuais no tamanho, pois eram enormes, e caros,  necessitando da pele de vários animais.





Os primeiros livros que surgiram eram  escritos à mão, trabalho feito pelos copistas, homens encarregados de copiar os livros escritos pelos escribas.



Os primeiros copistas, na sua maioria eram monges. É de se notar que o acesso aos livros era algo que tinha um custo alto, reservado apenas à nobreza e à Igreja. 

Na Idade Média ascendia uma nova classe social, a burguesia, constituída por homens dos meios populares que apesar de mudarem a sua situação financeira para melhor, não tinham prestígio entre a nobreza. O meio que encontraram para fazer parte dessa elite foi investir na cultura e no conhecimento.

Por volta do século XII, através da influência financeira, os burgueses fizeram com que o conhecimento saísse dos conventos e mosteiros.

O esforço para multiplicar o livro durou séculos. Nos antigos mosteiros, os monges copistas executavam a arte de copiar sem intervir nos escritos. Eles tinham que ter a mesma caligrafia, para que um pedaço de um livro não ficasse diferente do outro. Surgiram assim, as scriptoria, produção de cópias manuais em série e que fez surgir novas profissões.
As principais foram a actividade dos copistas, encarregados de copiar e multiplicar os textos, e a profissão dos encadernadores, aqueles a quem cabia a responsabilidade da encadernação e organização das páginas dos Códices (livros manuscritos).

Embora conhecido há muito tempo na China, o papel chega à Europa e, com o invento da prensa de Gutenberg, em 1455, o livro impresso, feito de papéis costurados e posteriormente encapados, torna-se realidade. Com essa invenção foi possível fazer vários exemplares dum mesmo livro a um preço acessível, popularizando e democratizando a leitura.

A prensa de Gutenberg
O “Pentateuco”, considerado o primeiro livro impresso em Portugal , cujo único exemplar original conhecido, se encontra na Biblioteca Bodleiana, na Universidade de Oxford , foi concluído em 30 de Junho de 1487, na primeira oficina tipográfica em Portugal, localizada em Faro, do editor judeu Samuel Gacon. Trata-se de um livro religioso.


Em finais do século XX, surgiu o livro digital,  que pode ser lido em equipamentos eletrónicos tais como computadores, PDAs, Leitor de livros digitais ou até mesmo em telemóveis que suportem esse recurso.   

A equipa da BE deseja a todos uma Páscoa Feliz

Independente da religião ou crença, a Páscoa está relacionada com a esperança de uma vida nova, renascimento, ressureição...
O ovo simboliza o nascimento, a renovação da  vida e é um símbolo desde a Antiguidade.

Ovos pintados  pelos alunos

O coelho, por ser reconhecido como um dos símbolos da fertilidade, da reprodução, foi escolhido para representar essa idéia.
Convém lembrar que os coelhos não pôem ovos, muito menos de chocolate.

Fertilidade significa reprodução e preservação da espécie.


A Páscoa européia coincide com o início da Primavera. É a época em que a neve derrete, a vida ressurge e os coelhos deixam  as suas tocas, após a hibernação do inverno.


OVOS coloridos  pelos alunos

A tradição dos OVOS

Muitos séculos antes do nascimento de Cristo, a troca de ovos, no Equinócio da Primavera (21 de Março), era um costume que celebrava o fim do Inverno e o início de uma estação marcada pelo florescimento da natureza. Para obterem uma boa colheita, os agricultores enterravam ovos nas terras de cultivo.


A tradição de oferecer ovos vem da China. Os ovos eram dados de presente, na Festa da Primavera.
Há vários séculos, os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca.
O costume chegou ao Egipto. Assim como os chineses, os egípcios distribuíam os ovos no início da nova estação.

Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição e no século XVIII a Igreja adoptou-o oficialmente, como símbolo da Páscoa.
Desde então, trocam-se os ovos enfeitados no domingo, após a Semana Santa.
Há duas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate. Uma delas conta que a Igreja proibia, durante a Quaresma, a alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite.
Mas essa versão é contraditória, pois, na Idade Média, era comum a bênção de ovos, durante a missa, antes de serem entregues aos fiéis.

O surgimento do ovo de chocolate na Páscoa, deu-se a partir do Séc. XVIII, em substituição dos ovos duros e pintados, que eram escondidos nas ruas e nos jardins, para serem caçados.
Foi uma descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses que inventaram esse modo atraente de apresentar o chocolate.








Dia Mundial da Poesia


Poesia para ser vista e para ser ouvida.








No âmbito do Dia da Poesia, os alunos das vários turmas do 5º Ano, desenvolveram, nas aulas de Língua Portuguesa, com a Profª Celina Alves, trabalhos de expressão escrita e oral, com recurso a vários modelos.
A  vertente oral da Línguagem, foi  apresentada pelo Clube de Teatro.
O átrio da biblioteca serviu de palco de representação e de exposição dos trabalhos dos nossos criativos alunos.

Clique nas imagens para ver melhor
                    


                  

Alguns dos caligramas


     
  

Lenga-lengas



Dia Internacional do Livro Infantil

O dia 2 de Abril é festejado em mais de sessenta países, em razão do nascimento, em 1805, do poeta e novelista Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Cabe ao escritor, o honroso título de "criador da literatura infantil internacional".

Ao acrescentar o elemento lúdico às suas histórias, como bichos e objectos falantes, ele mudou o rumo da literatura infantil.
Os seus livros encantam até hoje, as crianças do mundo inteiro.


Algumas das suas obras: 
O soldadinho de Chumbo
A pequena sereia
O patinho feio
A príncesa e a ervilha
O sapo
A roupa nova do imperador




A literatura leva a mente das crianças a navegar pelo mundo da imaginação e dá-lhes a oportunidade de fazer incríveis viagens pelos lugares mais inusitados do mundo, conhecer novos amigos e compartilhar muitas histórias. Promove ainda a discussão acerca de valores morais, sentimentos e atitudes.

A habilidade para ler e entender o que está escrito, capacita as crianças a serem auto suficientes,  melhores estudantes e mais confiantes, levando-as desse modo, a melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.




"qualquer passeio pelos mundos ficcionais, tem a mesma
função de um brinquedo infantil. As crianças brincam com a boneca, cavalinho de madeira ou ao pião, a fim de se familiarizarem com as leis físicas do universo e com os actos que realizarão um
dia".
Humberto Eco



A literatura infantil surgiu no século XVII com Fenélon (1651-1715), com a função de educar moralmente as crianças.