EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

14/04/2014

Símbolos da Páscoa

O Ovo 
O ovo é um daqueles símbolos que se explica por si mesmo.
Contém o fruto da vida, que representa o nascimento e a renovação. De uma forma simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.
 



 oferta da Abril, 4º ano

 
Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo nasceu de um ovo.
Na maioria das tradições, este "ovo cósmico" aparece depois de um período de
caos.

Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa chamada Hamsa (um espírito considerado o "sopro divino") chocou o ovo cósmico e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao céu e à terra (o céu seria a clara do ovo e a terra a gema).








O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas.
Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha abriu-se e, dos seus elementos pesados, surgiu a terra (Yin) e, da sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).


Há vários séculos os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca. Os ovos eram dados como presentes na Festa da Primavera.

Para os celtas, o ovo cósmico é parecido com o ovo de uma serpente.
Para eles, o ovo representava o Universo: a gema era o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, e a casca equivalia à esfera celeste e aos astros.
Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da Natureza.
Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante o resto do ano (ora vejam os folares da Páscoa!).
E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças!




O Coelho

Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, a sua imagem simboliza a renovação e a vida nova.

A tradição do coelho da Páscoa não é portuguesa; foi levada para a América por imigrantes alemães em meados de 1700.

Para eles, o coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã do Domingo de Páscoa. A tradição não veio para Portugal, mas a imagem do coelho, sim.


Fonte: Junior.pt










11/04/2014

Bibliopaper - Vencedores

Eis os resultados da atividade inserida na Semana da Leitura, para os alunos do 7º e 8º anos, elaborada e produzida pela corajosa e dedicada aluna do 9º ano, Daniela Correia, sob a orientação da sua professora de Português, Gilda Almeida, e com o apoio, no terreno, dos seus colegas de turma.
Na correção das provas foram tidos em conta os factores: adequação das respostas, sintaxe, ortografia, e tempo dispendido.
 Em breve, no dia da Escola Aberta, serão entregues prémios e diplomas às equipas destacadas.
Parabéns aos vencedores.
Parabéns a todas as equipas participantes.
 
 
1º Lugar
 
"Keep Calm"
Ana Amaro
Ana Martins
Matilde Francisco
Maria Magalhães
Sara Martins

 


 
 
2º Lugar
 
"Os Loucos"
Gabriel Batista
João Roberto
Rafael Batista
Rui Pedro
Tomás Trindade
 

 
 
 
3º Lugar
 
"Fantastic 5"
Bernardo Cravo
Mariana Conduto
Marta Pena
Miguel Gil
 Rosana Sousa
 

 
 


04/04/2014

Exposição de Trabalhos - Bullyng

Exposição de trabalhos elaborados pelos alunos do 5º A e C, no âmbito da Educação para a Cidadania, na qual pretendem alertar e despertar consciências para o problema, bem como para as implicações a ele associadas.









Voluntários da Leitura


Atividade da Semana da Leitura


Leituras aos meninos do Pré-Escolar, pelo grupo muito querido e generoso de alunos do 2º ciclo, sempre prontos a colaborar com a  biblioteca.
As crianças estiveram atentas e curiosas.





03/04/2014

Campeonato de Xadrez - Final 2º Período

Apurados os quatro semifinalistas na competição final do 2º Período.
Diogo Lourenço (6ºano), Xavier Sequeira (5º ano), João Pedro Viegas (7º ano), e Luís Parra (6ºano).
O torneio foi coordenado pela Prof.ª Paula Pinto, e decorreu num ambiente silencioso, propício à concentração.
A competição foi muito renhida, os jogadores mostraram-se concentrados e deram o seu melhor.
Os resultados obtidos pelos atletas refletem o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no Clube. Estão todos de parabéns. 
A grande final será no final do ano letivo.









História do Xadrez

A origem do xadrez é certamente o maior mistério existente no mundo. Infelizmente os historiadores não conseguem chegar a um consenso sobre o lugar de onde se originara o xadrez. O documento mais antigo é provavelmente a pintura mural da câmara mortuária de Mera, em Sakarah (nos arredores de Gizé, no Egito). Ao que parece, essa pintura, representa duas pessoas jogando xadrez e data de aproximadamente 3 000 anos antes da era cristã.
Hoje a teoria mais aceite é que ele tenha tido origem na Índia por volta do século VI d.C. Era conhecido como "o jogo do exército" ou "Chaturanga" e podia ser jogado com dois ou mais jogadores. Graças as viagens dos mercadores e dos comerciantes o jogo se espalhou para leste (China) e oeste (Pérsia). Mais adiante os árabes estudaram profundamente o jogo e se deram conta que ele estava bastante relacionado com a matemática, escreveram vários tratados sobre isto e aparentemente foram os primeiros a formalizar e escrever suas regras.
Por volta do século IX o xadrez foi introduzido na Europa por duas vias distintas: segundo uns pela invasão muçulmana da Península Ibérica, e segundo outros, durante o confronto Ocidente-Oriente na Primeira Cruzada. No século XI já era amplamente conhecido no velho mundo.

Fonte: http://www.desportoescolar.min-edu.pt/modalidade.aspx?id=535

Campeonato de SuperTmatik

Com a orientação da Profª Paula Pinto, foram apurados os alunos semifinalistas do 2º Período: Luís Parra (6º ano) e João Pedro Viegas (7º ano), na renhida competição de cálculo mental.
O Duarte Nascimento e o Rafael Granado, apesar da eliminação, estão de parabéns, pois deram o seu melhor. 
É importante realçar que o treino contribui muito para o sucesso no jogo e rapidez na resposta. É importante investir.




02/04/2014

Dia Internacional do Livro Infantil

Este dia foi criado para homenagear Hans Christian Andersen, escritor dinamarquês que inventou muitas e fantásticas histórias para crianças.
 cartaz criado por Niamh Sharkey
cartaz criado por Ana Biscaia


















Todos os anos é divulgada uma mensagem pelo IBBY (The International Board on Books for Young People).
Este ano, a carta dirigida às crianças é assinada pela escritora irlandesa Siobhán Parkinson e traduzida para português por Maria Carlos Loureiro (da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas).
O cartaz foi criado por Niamh Sharkey (Irlanda).


Ana Biscaia, a autora do cartaz português, foi a vencedora do Prémio Nacional de Ilustração no ano passado.



CARTA ÀS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO

"Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que todos temos uma?
Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça.
Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras.
E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam na imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor.
É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver.
Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletivo, íntimo e internacional. Isto deve ser o aquilo que o ser humano faz melhor.
Continua a ler!"

Siobhán Parkinson
Autora, editora, tradutora e distinguida com o Laureate na nÓg (Children’s Laureate)