EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

20/01/2011

Os melhores leitores do 1º Período


                                     Ilustração, autor desconhecido

Ler, faz-me pensar que as crianças gostam de o fazer porque é divertido e engraçado.
Ler, faz-me sonhar, rir e chorar, nos momentos piores e melhores. Gosto muito de ler, como gosto de cantar e espero que as crianças de todos os lados do nosso planeta tenham direito de aprender a ler porque é muito giro.                               
Marta Liliana Carneiro - 6ºA

Ler, faz-me sonhar, faz-me reflectir e realizar, faz-me rir ou até chorar.
Ler, faz-me ainda ler mais e mais, até não poder ver mais letras à frente...
Ler, fez de mim uma pessoa diferente.
Maud Adrienne Weterings - 7ºC

- Pensam que ler é assim tão mau?
- Não, não é! não doi nada: ler faz-nos sonhar, reflectir, pensar e até ver que quando temos um problema,  há sempre volta a dar.
Quando leio, há um mundo de emoção e imaginação à minha volta.
Sei que nem todas as crianças e adolescentes têm o privilégio de ler e se deixarem encantar pelas histórias, mas por eu o ter, é que  desfruto com tanta emoção.
Maria Margarida Murillo - 8ºD

E muitos outros...
                                          

17/01/2011

Dia Mundial da Paz

Para assinalar este dia, 1 de Janeiro, a Professora de História, Filipa Matos, dinamizou com os seus alunos do 9ºC e D, um trabalho de imaginação histórica, em que os alunos, imaginando-se soldados ou enfermeiras da 1ª Guerra Mundial (1914-1918), escreviam cartas aos seus familiares.

Estes trabalhos estão expostos na biblioteca.

Apresentamos aqui, alguns deles.


     

Clique nas fotos para poder ler melhor.







 




Autor do Mês - Ilse Losa

Autor do Mês - Ilse Losa


O Mundo em que Vivi (1949), o seu primeiro romance, é um livro interessante sobre as memórias infantis e juvenis da própria autora, o desejo da boneca mais linda do mundo, as pessoas da aldeia, a descoberta quotidiana de sentimentos e emoções, mas também o retrato de um país marcado pela primeira guerra mundial e por o movimento nazi emergente que veio alterar profundamente a vida dos judeus alemães, e desta forma também a da própria autora.

A sua obra narrativa e poética, publicada essencialmente na década de 50, centra-se na retrospectiva autobiográfica, evocando a infância e a adolescência, enquanto vivência ensombrada pela ruptura da inocência e da unidade efectuada pela experiência do horror nazi e pela perda da pátria de origem.

A simplicidade com que exprime angústias passadas e presentes, com especial menção para o sentimento de se reconhecer estrangeira e estranha, quer no espaço natal quer na pátria adoptiva, estabelece uma continuidade com a escrita para crianças, domínio a que dedicou. Uma obra extensa, distinguida, em 1984, com o Prémio Gulbenkian de Literatura Infantil.

Autor do Mês - Ilse Losa

                                  


Ilse Losa nunca se cansou de escrever: “A valorização da dimensão humana, dos afectos (às pessoas, aos animais e às coisas), o elogio da vida, sem esconder a sua face mais austera e dura, mas valorizando os pequenos nadas que a torna mais suave e mágica”

Biografia
 Ilse Lieblich Losa, escritora portuguesa de origem alemã e de ascendência judaica, nasceu a 20 de Março de 1913, em Bauer, uma cidade perto de Hanover e faleceu no Porto a 6 de Janeiro de 2006.

A primeira infância foi passada com os avós paternos. Frequenta o liceu em Osnabrük e Hildesheim e o Instituto Comercial em Hanover. Após a morte do pai, partiu para Londres onde tomou conta de crianças durante um ano. 
De regresso à Alemana, e devido à sua origem judaica, é ameaçada pela Gestapo de ser enviada para um campo de concentração e por isso teve de abandonar o seu país natal, em 1930. Desloca-se primeiro para Inglaterra onde tem os primeiros contactos com escolas infantis e com os problemas das crianças, e em 1934 chega a Portugal, radicando-se no Porto. Casa com o arquitecto Arménio Losa e adquire a nacionalidade portuguesa.
É conhecida principalmente, pelos  livros para crianças, e pelo  livro sobre as suas memórias de infância , incluindo as perseguições aos judeus, com o título "O Mundo em que vivi” (1943).

A sua obra inclui romances, contos, crónicas, trabalhos pedagógicos e literatura para crianças.

Paralelamente à sua actividade de escritora desenvolveu outras ocupações quer no domínio da tradução, quer como colaboradora em jornais e revistas, alemães e portugueses, de que salientamos o Jornal de Notícias, o Comércio do Porto, o Diário de Notícias, Neue Deutsche Literatur, entre outros.
Ilse Losa está também representada em várias antologias de autores portugueses, tendo ela própria colaborado na organização e tradução de antologias de obras portuguesas publicadas na Alemanha. Traduziu do alemão alguns dos mais consagrados autores.

Em 1984 recebeu o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra para crianças.
Em 1998 recebeu o Grande Prémio de Crónica, da APE (Associação portuguesa de Escritores) por À Flor do Tempo.

11/01/2011

Resultados do Concurso de Fotografia - Biodiversidade

Finalizámos o Ano Internacional da Biodiversidade com um bonito painel de fotografias, com alguma da Fauna e Flora da nossa região, com o propósito de aumentar a consciência e a responsabilização para a necessidade de preservação de toda esta riqueza que nos rodeia e sem a qual não sobreviveríamos.
A biodiversidade pode ser traduzida pelas diferentes espécies de seres vivos, que existem nos mais variados habitats. Assim, quanto maior o número de espécies existentes num determinado local, maior a sua biodiversidade. Ela é a riqueza e a variedade do mundo natural.

As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.

Fotografias vencedoras:


 Clique na foto, para ver ao pormenor



Os pesquisadores estimam que 150 espécies sejam extintas , por dia, no mundo.
As plantas verdes no solo e as plantas microscópicas nos oceanos, produzem o oxigénio que respiramos.
Junto com as questões climáticas, a perda da biodiversidade é o maior desastre actual para a humanidade.

          A biodiversidade mantem a vida. Vamos protegê-la!

06/01/2011

Biodiversidade - Concurso de Cartoons

Apresentámos uma série de cartoons, denunciando problemas ambientais graves, em resultado da perda da biodiversidade no nosso planeta, e que ameaçam seriamente, a continuidade da vida na terra.

Pedimos aos alunos que escolhessem o que mais os impressionasse, explicando o seu significado.

 

Estas foram as três situações que mais os sensibilizaram:

"Para mim, significa que a poluição está a aumentar por causa dos humanos, por favor parem de  poluir o planeta"
"O rapaz está a chorar lágrimas negras porque está a ver as fábricas a poluir o ambiente com fumo" 
"Acho que também significa que se deve acabar com a guerra porque as crianças também sofrem com isso"
"Os animais estão a morrer, estão em vias de extinção"
"O fogo que destrói a vida"
"Com tanta poluição até os peixes precisam de uma reserva de água pura"
"Não se deve poluir o mar"...
                                                                                                                               
Proteger o ambiente é essencial, é a vida de todos os seres vivos que está em jogo
Se cada um contribuir com a sua parte, é possível.