EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

13/10/2021

Revista Visão Júnior


A revista mensal, à vossa disposição na biblioteca escolar.


 "Ter medo é bom ou mau? Porque é que nos assustamos? E tu, tens medo de quê? Nesta edição, vamos responder a muitas perguntas sobre o medo, e falamos também com Vasco Palmeirim e Bárbara Tinoco, que nos contaram alguns segredos. Mas há muito mais para ler na tua revista."

12/10/2021

Novidades na biblioteca


 A biblioteca adquiriu mais 4 cubos mágicos e cartas do UNO para os tempos lúdicos.

A 1ª fase do CAMPEONATO do UNO começa já amanhã. Boa sorte a todos!

11/10/2021

Autores do Mês





Charles Perrault (1628-1703) foi um escritor e poeta francês do  século XVII, que estabeleceu as bases para um novo género literário, o conto de fadas,  tendo sido considerado "O Pai da Literatura Infantil".

Charles Perrault

As suas histórias mais conhecidas são: O Capuchinho Vermelho, A Bela Adormecida, O Gato das Botas, A Cinderela, O Barba Azul, O Pequeno Polegar. Contemporâneo de Jean de la Fontaine, Perrault  também foi advogado e exerceu algumas atividades como superintendente do Rei Luís XIV de França. 

A maioria das suas histórias ainda hoje são editadas, traduzidas e distribuídas em diversos meios de comunicação, e adaptadas para várias formas de expressões, como o teatro, o cinema e a televisão.

(Wikipédia)






Irmãos Grimm 


Jacob Grimm e Wilhelm Grimm nasceram em Hanau, Alemanha, no final do século XVIII.

Ambos estudaram Direito, tal como o seu pai, mas depressa se começaram a interessar pela Literatura. Dedicaram-se então à História e à Linguística. A coletânea de contos populares germânicos, que os tornou conhecidos, foi publicada entre 1811 e 1812.

Reconhecidos no mundo inteiro pela qualidade dos contos que produziram desde o começo do século XIX, os irmãos Grimm afirmavam que estavam apenas a escrever, à noite, as histórias que escutavam de camponeses, amigos e parentes durante o dia.

Na maioria dos textos são encontrados personagens como dragões, lobos, monstros, bruxas, entre outras criações folclóricas da população. Provavelmente, histórias trágicas que foram passadas pelo povo aos Grimm, acabaram sendo alteradas para ganharem finais felizes e se tornarem mais leves para a leitura de crianças e adolescentes.

Hans Christian Andersen



Escritor dinamarquês, nascido em 1805 e falecido em 1875, é o autor de contos de fadas mais conhecido mundialmente. Enquanto que as peças de teatro, romances, poemas, livros de viagem e muitas biografias que escreveu só são conhecidos na Dinamarca, os seus "Contos" (1835-1872) encontram-se traduzidos em muitas línguas. Entre os mais famosos destacam-se "O Patinho Feio", "A Sereiazinha" e "A Rainha da Neve".

 Mas, Andersen escreveu mais de 156 contos de fadas, autobiografias, romances, peças de teatro, poesia, relatos de viagem. Toda a sua obra estava direcionada tanto para as crianças como para os adultos. As suas criações são ainda hoje fonte de inspiração e de novas reflexões.

(Porto Editora)


A data de nascimento do escritor, 2 de abril, é hoje em dia utilizada para assinalar o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil e o mais importante prémio literário do mundo do género, atribuído pelo International Board on Books For Young People, tem o seu nome.

 

Contos tradicionais de países lusófonos


 Os mais belos contos tradicionais

Neste livro os contos tradicionais dão a volta ao mundo: de Portugal ao Brasil, de Cabo Verde a Moçambique, da Guiné-Bissau a Angola, passando por Timor e Macau.
Margarida Pereira-Müller convida os jovens leitores a viajarem pelos países falantes de língua portuguesa.
A história do velho, do rapaz e do burro, de Portugal, ou a história do Gato e do rato, de Moçambique serão assim tão diferentes uma da outra? Um livro que reune histórias dos países de língua oficial portuguesa e que nos mostra a diversidade e identidade entre culturas tão diferentes e longínquas.

Contos tradicionais Portugueses

 


Histórias tradicionais portuguesas contadas de novo -António Torrado


Contos tradicionais recontados por António Mota

Seis histórias contadas e recontadas através dos tempos, em locais diversos, e num tempo em que a amizade e a imaginação se aqueciam ao calor das lareiras acesas ou dos borralhos.

Seis histórias tradicionais recontadas por António Mota, para os nossos dias apressados. Um convite à perpetuação da alegria de reinventar manhas, trapaças e espertezas...


Contos tradicionais do povo português - Teófilo Braga

Metas Curriculares de Português

Leitura recomendada para o 7.º ano de escolaridade.Histórias de reis, príncipes, condes, cavaleiros, sargentos, mágicos, meninas feias, meninas bonitas, sapateiros, ermitões, velhinhas, ladrões, fadas, anões, bois, galinhas, lobos, baratas... Histórias ricas em ensinamentos seculares e, como árvores, com raízes tão profundas que ajudam a conhecer e compreender a identidade da cultura portuguesa.


Seleção de Contos populares portugueses - Adolfo Coelho

Contos Populares Portugueses são contos de todos os tempos e de todas as idades. Uma obra que nos devolve o imaginário e o maravilhoso da nossa cultura popular, e de que faz parte, entre outras, História da Carochinha, A Formiga e a Neve, O Coelhinho Branco, A Raposa e o Lobo, O Compadre Lobo e a Comadre Raposa e Os Dois Irmãos.

(Educação literária). - Leitura obrigatória no 2º ano de escolaridade



Almoço com estória

 

 Os alunos que almoçaram na cantina escolar, na passada quinta-feira, foram surpreendidos no toalhete da refeição com a história da Gucci, uma cadela-guia, treinada a guiar e proteger o seu dono dos perigos.

E a curiosidade foi grande, houve até quem a levasse consigo no fim do almoço para a apreciar com mais calma. 

Uma iniciativa da biblioteca escolar que promete continuar... Ler a qualquer hora e em qualquer lugar.








08/10/2021

Campeonato do UNO

Inscrições na biblioteca até 11 de outubro. 




Sabias que o jogo de cartas faz 50 anos este ano?

Criado em 1971, numa barbearia em Cincinnati, Ohio [estado americano], o icónico jogo de cartas nasceu com o objetivo de incentivar as famílias a desfrutarem mais do seu tempo juntas. 

É possivelmente um dos jogos que gera mais discussão quando o assunto é discutir as regras.

Como se joga ao UNO?

O jogo do UNO pode ser jogado por qualquer pessoa com 7 ou mais anos, embora haja versões do jogo para crianças mais pequenas. O jogo pode juntar um grupo de duas a dez pessoas e é composto por 108 cartas:

  • 19 Cartas azuis, numeradas de 0 a 9;
  • 19 Cartas verdes, numeradas de 0 a 9;
  • 19 Cartas amarelas, numeradas de 0 a 9;
  • 19 Cartas vermelhas, numeradas de 0 a 9;
  • 8 Cartas de inversão de sentido (duas de cada cor);
  • 8 Cartas de +2 (duas de cada cor);
  • 8 Cartas de Pular (duas de cada cor);
  • 4 Cartas de joker para troca de cor;
  • 4 Cartas de joker troca de cor e +4.
O objetivo do UNO é ser o primeiro jogador a ficar sem cartas na mão. Para o efeito terá de jogar uma carta de cada vez, que corresponda ao número ou cor da carta jogada anteriormente. Quando tiver apenas uma carta na mão, deverá gritar “UNO”. O jogo termina quando os jogadores ficarem sem cartas na mão.

O jogo começa com cada jogador a tirar uma carta do baralho, numerada de 0 a 9. Caso tire uma das cartas de ação, coloca essa carta no baralho e volta a tirar outra carta. A pessoa que tirar a carta mais alta fica responsável por baralhar as cartas e dar sete cartas, de face voltada para baixo a cada jogador. A pilha de cartas não distribuída fica ordenada ao lado da mesa, em pilha. O jogo inicia-se tirando uma carta de cima da pilha. De seguida o jogador à esquerda pode dar início ao jogo.

No entanto, caso saia uma carta especial, o jogador à esquerda terá de seguir as regras indicadas na carta. A exceção é para o joker +4. Caso saia esta carta, esta deverá ser reposta no baralho e retirada outra.

Como funcionam as cartas especiais?

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