EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

03/12/2015

Eleição do Lema da BE


O Lema para 2015-2016 está a ser escolhido pelos alunos, professores e funcionários da escola.
Em breve será revelado o mais votado.

25/11/2015

Hora do Conto - Pré-Escolar


Um pequeno filme sobre um sol esplendoroso de verão (a contrastar com a temperatura do dia), foi projetado para os mais pequenos da comunidade escolar, nesta primeira visita do ano letivo à biblioteca.
As crianças estiveram acompanhada pelas suas Educadoras e Assistentes.


E eis que chega a hora do conto. A Assunção, representante da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, partilhou com os meninos esta ternurenta história passada no Natal:


"O palhaço de Natal", Coby Hol

As aventuras de um palhacinho de pano e do menino que o escolheu para a sua árvore de Natal.

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos.






Por fim, uma bonita conversa sobre sonhos, anseios, presentes, comportamentos, recompensas e pedidos ao Pai  Natal.

Foram ainda oferecidas duas pequenas árvores de Natal para alegrar cada uma das salas do jardim escola, a fazer lembrar a fantasia do conto de que tanto gostaram.



24/11/2015

"Lago dos Cisnes" Animateatro

Alunos do 1º ciclo (3º e 4º anos) e 2º ciclo foram ao teatro, e sem sair da escola.

A biblioteca, consciente da importância do teatro na formação e valorização intelectual e emocional dos jovens, convidou a Animateatro - Associação de Teatro e Animação do Seixal a representar a graciosa e divertida peça na nossa escola.

Agradecemos a colaboração dos Encarregados de Educação bem como a dos Professores envolvidos.

Clicar nas fotos para ver melhor:





"É do bailado composto por Pyotr Ilyich Tchaikovsky, entre 1875-1876, que nos chegam as mais vivas memórias deste conto, é na união entre a música e ballet que se mesclam antigas lendas russas.

Historicamente não se conhece um único, um verdadeiro autor, é sabido que gerações se encarregaram  de perpetuar a narrativa com enfoque no pato branco…no cisne, na sua pureza, na sua procura pelo ideal amoroso."



A plateia ficou presa às personagens, às expressões, ao desenrolar da história. 


Não faltaram voluntários para entrar em cena e brincar com as personagens. 


No final do espetáculo ainda houve lugar para uma interessante conversa. Os alunos mostraram curiosidade sobre a origem da história e o trabalho dos atores. Quiseram ficar a par de algumas técnicas e segredos. O decorar dos textos e o trabalhar das vozes foram a questões principais.


Agradecemos a imensa simpatia e generosidade dos atores por nos proporcionarem momentos tão especiais.
Viva o Teatro. Viva a Arte.  


Texto. Original de Ricardo G. Santos (inspirado no conto russo O CISNE BRANCO)
 I Concepção, Encenação e Direcção. Ricardo G. Santos/Lina Ramos I Interpretação. Liliana Costa, Sérgio Prieto, Liliana Fonseca, Cláudia Palma (Stand in)
 I Cenografia/ Adereços. João Graça I Figurinos. Lina Ramos I Confecção. Ana Maria Sousa I Composição Musical. Paulo Mendes I Imagem. César Duarte I Produção. Animateatro.

http://www.animateatro.org/?p=2411

20/11/2015

Concurso Nacional de Leitura - 1ª Fase - Leituras


A prova de seleção avaliará a prática de leitura das obras selecionadas:

"Sexta-Feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier

"Suave milagre", um conto de Eça de Queirós





A estrutura da prova escrita é composta por um questionário de escolha múltipla e por comentários pessoais.

O dia e hora serão marcados no ínicio do 2º período.

                           

Requisita os livros na biblioteca quanto antes.



13/11/2015

Filmes de Charlot



A biblioteca tem vindo a projetar alguns dos seus primeiros filmes mudos, musicados. 
O sentido de humor genial da obra de Charlie Chaplin tem originado boas gargalhadas.



Calças largas, casaco apertado e chapéu de coco. O bigode e a bengala completaram o figurino mais famoso do cinema mudo dos anos 20. Nascia Charlot, no corpo de Charlie Chaplin.

Conhecemos-lhe o andar apressado, desengonçado, atabalhoado por umas calças largas demais e amparado por uma bengala. Num tempo em que nas imagens cinematográficas ainda não havia som, Charlie Chaplin, ou melhor, Charlot, foi o rei.
O actor mais bem pago dos anos 20 foi uma celebridade à medida da sua época.
Charlot marcou presença em mais de 100 filmes mudos.
Chaplin ainda passeou Charlot durante algum tempo pelo no cinema sonoro, mas sempre mostrou o seu desagrado em relação ao cinema falado. Em 1972 alcançou o reconhecimento da Academia e ganhou a estatueta de Óscar Honorário.

(Expresso.pt)

Charlie Chaplin - O primeiro mito do mundo do cinema

 


"Charlie Chaplin nasceu no seio de uma família humilde de actores judeus. Teve uma infância extremamente dura. Para além das dificuldades económicas, o pai faleceu quando ele tinha cinco anos, e a mãe enlouqueceu, tendo sido internada num manicómio. Estas trágicas recordações reflectiram-se em alguns dos seus filmes, especialmente em O garoto de Charlot (1921). 


O jovem Chaplin começou a trabalhar como actor numa companhia de pantomima britânica que fazia digressões por todo o mundo. Uma destas tournées levou-o até aos EUA.Foi aí descoberto pela produção Keystone, com a qual assinou, em 1913, um contrato em que se comprometia a fazer um filme de 300 metros (15 minutos) por semana.
Debutou no cinema a 2 de Fevereiro de 1914, com o filme Making a Living. Neste primeiro trabalho, o actor não aparecia ainda caracterizado como o vagabundo que o tornaria célebre, representando o papel de um gentleman elegante, de bigode imponente. Em 1914, com Corridas de Automóveis para crianças, apareceram os primeiros elementos da sua indumentária. Só no seu terceiro filme, Charlot e as Salsichas (1914), o vagabundo apareceu com todos os seus traços característicos.

A imprensa especializada não tardou em falar dele como grande actor e "cómico de primeira categoria". Deu-se o ínicio da sua carreira, Chaplin interpretou sempre personagens bem definidas. Queria, desse modo, demarcar-se das comédias produzidas pela Keystone, caracterizadas pelas suas loucas perseguições e pelo exagero gestual dos actores.
Terminado o contrato com a Keystone, em 1915, a produtora Essany contratou-o para realizar catorze filmes de duas bobinas. Durante este período começou a ganhar fama, sob o nome de Charlot, conseguindo transmitir o seu mundo poético pessoal nos filmes que interpretava.

O grande impacto do vagabundo, essa personagem romântica marginalizada e perseguida pela sociedade, com o seu chapéu de coco e sapatos enormes, reside no facto de conferir à crítica satírica o calor de uma forte dimensão humana.
Os seus filmes são, na realidade, críticas ferozes aos males e misérias da sociedade. No entanto, Chaplin grande conhecedor dos recursos do riso, embora utilize o humor como arma corrosiva, conjuga-o sempre habilmente com uma grande dose de ternura."

in, "História do século XX, década a década (1920-1929), vol.3, direcão ciêntifica Prof. Doutor António Reis
                                                

12/11/2015

Manoel de Oliveira e a admiração por Charlot

Cineasta em destaque na biblioteca.


 Apesar da vertente intelectual e hermética muitas vezes associada à sua obra, o cineasta portuense afirmou diversas vezes que o realizador que mais profundamente amou terá sido aquele que porventura mais sucesso comercial e popular teve em toda a história do cinema: Charlie Chaplin.

Tendo visto, na respetiva época, (com 6 anos de idade, acompanhado de seu pai), toda a obra de Charlot, que arrancou em 1914, não terá sido por acaso que, na participação que faz em "Viagem a Lisboa", um filme do realizador Wim Wenders (1994), Oliveira imita precisamente o pequeno vagabundo.
(Expresso. sapo.pt)