EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

12/11/2015

S. Martinho - 9º D

Castanhas bem assadas e muito saborosas dominaram o lanchinho da manhã. Felizmente, houve quem não resistisse. Um dia não são dias.
 A turma organizadora fica mais perto de alcançar o seu sonho, lá para o fim do ano letivo. Adivinhem!


Sabias que:

A castanha é usada na alimentação desde os tempos pré-históricos. É uma excelente fonte de energia, rica em vitaminas C e B6 e uma boa fonte de potássio. Os especialistas referem a castanha como uma fonte de fibra alimentar, rica em água, com baixo teor em gordura - não tem colesterol -, uma fonte apreciável de vitaminas (nomeadamente vitamina C e folatos) e minerais (essencialmente potássio, fósforo e magnésio).
Os meses de outubro, novembro e dezembro marcam a colheita das castanhas. A plantação de um castanheiro e as árvores podem atingir até 20 metros de altura.
(Visão Júnior)


A lenda de São Martinho

"Num dia frio e chuvoso de inverno, Martinho seguia montado a cavalo quando encontrou um mendigo. Vendo o pedinte a tremer de frio e sem nada que lhe pudesse dar, pegou na espada e cortou o manto ao meio, cobrindo-o com uma das partes. Mais à frente, voltou a encontrar outro mendigo, com quem partilhou a outra metade da capa. Sem nada que o protegesse do frio, Martinho continuou viagem. Diz a lenda que, nesse momento, as nuvens negras desapareceram e o sol surgiu. O bom tempo prolongou-se por três dias.

Na noite seguinte, Cristo apareceu a Martinho num sonho. Usando o manto do mendigo, voltou-se para a multidão de anjos
que o acompanhavam e disse em voz alta: “Martinho, ainda catecúmeno [que não foi batizado], cobriu-me com esta veste”.

É na data do seu enterro, três dias depois de ter morrido em Candes, que se comemora o dia que lhe é dedicado. Acredita-se que, na véspera e no dia das comemorações, o tempo melhora e o sol aparece. O acontecimento é conhecido pelo “verão de São Martinho” e é muitas vezes associado à conhecida lenda de São Martinho."

(Observador)


ilustração de Ana Nascimento

Concurso de Quadras de S. Martinho - vencedores




A tradição de S. Martinho, na nossa escola, manda que se festeje com o concurso das quadras.
 E há sempre muita expetativa em relação às que mais se destacaram.

A todos os participantes, em especial aos vencedores, os nossos parabéns.


Concurso organizado pelo Grupo de Português com a colaboração da biblioteca.

Paticiparam todas as turmas da escola à exceção do 1º, 2º e 3º anos.

Revelamos as quadras vencedoras:

Clicar nas fotos para ler as quadras







09/11/2015

Manoel de Oliveira - cineasta em destaque na biblioteca

               
O realizador português mais conhecido internacionalmente na história do cinema. 


Manoel Cândido Pinto de Oliveira nasceu no dia 11 de dezembro de 1908 na cidade do Porto, 13 anos após o nascimento do cinema.
Morreu no dia 2 de abril de 2015, com 106 anos de idade e mais de 85 dedicados ao cinema . Era o mais velho realizador do mundo em atividade.

Para além da longevidade e atividade que lhe era admirada no mundo do cinema, ele mudou a forma de olhar e conceber o cinema como outros grandes do séc. XX.

O primeiro contacto com a Sétima Arte foi como figurante, quando tinha 19 anos, no filme "Fátima milagrosa" de Rino Lupo.
Como ator, estreou-se, com uma breve passagem,  no filme "A canção de Lisboa" de Cottinelli Telmo, em 1933.

A paixão pelo cinema rivalizava com o gosto  pelo atletismo (foi campeão de salto à vara) e pelo automobilismo, modalidade em que conquistou alguns prémios.


                         

"Douro, faina fluvial" foi o primeiro filme que rodou, então com 23 anos, com  uma câmara oferecida pelo pai. Um documentário inspirado na cidade natal, que conta a vida ao redor de um rio que estaria presente nos vários trabalhos que lhe seguiram. 



Destacamos a sua primeira longa-metragem de ficção "Aniki-Bobó", realizada em 1942. Um filme inspirado no conto Meninos Milionários de Rodrigo de Freitas, quase totalmente rodado em exteriores, nas zonas ribeirinhas do Porto e de Gaia.



Depois dos 80 anos, a sua carreira aumentou.

"Non, ou a Vâ Glória de Mandar", uma visão sobre a identidade portuguesa a partir do 25 de Abril de 1974, abriu uma nova etapa na filmografia de Oliveira, que a partir de então acelerou a sua produção cinematográfica para um nível impensável décadas antes, que manteve até ao fim e lhe permitiu estrear cerca de uma longa-metragem por ano.

O seu último trabalho foi a curta metragem "O velho do Restelo"" a partir de textos de Luís de Camões, Teixeira de Pascoaes e Miguel de Cervantes. Uma reflexão sobre a humanidade.
Após a sua morte,e a pedido do próprio, foi exibido o documento autobiográfico "A visita- Memórias e Confissões", apesar de já estar concluído desde 1982.

A vida e a obra de Manoel de Oliveira foi rica em obra e bastante premiada. Ao todo, foram mais de 40 prémios e 30 nomeações, maioritariamente internacionais.



 
Os argumentos dos seus trabalhos são na maioria feitos a partir de textos literários, e a sua técnica caracteriza-se por planos longos e representação teatral.
Em todas as obras, o realismo e a objetividade são as bandeiras principais.

Para o cineasta, o cinema era contar a história, o mundo segundo a perspectiva de determinada época.
Como realizador, durante mais de oitenta anos veio contando Portugal desde os períodos antes da ditadura, o Estado Novo, a democracia e os anos mais recentes. 

O cinema era a sua maneira de refletir o passado, nunca o futuro. A evolução histórica que andou de mão dada com a própria evolução do cinema mudo, aos avanços que foi obrigado a fazer de forma a acompanhar os tempos.


Fontes: Expresso.cinema
              Infopédia
              rtp.pt
              Imagens Google

06/11/2015


Projeção de um filme sobre o funcionamento do Corpo Humano. A turma do 3º ano esteve acompanhada pela sua Professora, Idalécia Santos.

Celebrar o cinema


"A 7ª Arte é considerada por muitos a arte mais mágica, pelo seu poder sobre as emoções humanas.
O cinema inspira milhões de pessoas, assim como as faz sonhar, rir, chorar e gritar de medo no dia a dia.
Sem cinema o mundo não seria o mesmo."

Neste mês, dedicado ao cinema, realizamos, na biblioteca, várias exibições de diferentes géneros e para todos os ciclos.

O destaque vai para Charles Chaplin e o seu último filme mudo, “Tempos Modernos”.

“Nos primeiros anos da sua existência, o cinema tentou reproduzir com o maior rigor possível a realidade. Mas acabaria por se transformar numa forma de criação de novas realidades e num instrumento de surpresa e maravilhamento.”

Na biblioteca podes também conhecer melhor a origem do cinema, que comemora, este ano, 120 anos.
A história por trás destas imagens.

O cinematógrafo                                                           Os irmãos Lumière


O princípio da sucessão das imagens, o suporte para a sua fixação 
e a projecção das mesmas.







1ª sala de cinema do mundo
(Paris, 1895)
                                                                




O primeiro filme apresentado "Saída dos trabalhadores da Fábrica Lumière"

 


“           Imagens do Google

02/11/2015

Cinema na biblioteca

"Harry Potter e a câmara secreta" e "Harry Potter e o cálice do fogo" foram os filmes projetados na biblioteca, a propósito do Dia das Bruxas.


           




Se fosses feiticeiro...

O que farias?





"Se eu fosse feiticeiro tornava a terra numa festa de halloween e espalhava doces, gatos, e cães bebés."
"Fazia um feitiço que tornaria o mundo igual para toda a gente, que não nos achássemos superiores uns aos outros só por causa da raça ou da cor de alguém."
"Eu ía para Hogwarb e a minha equipa seria os Ravenclaw"



"Faria com que o halloween fosse mais assustador e verdadeiro para ser engraçado. Fazia todo o possível para a minha família ir para o Dubai e que eu fosse jogador do Real Madrid e conhecesse o Cristiano Ronaldo."
"Guardava o segredo até que alguém descobrisse e ajudava muitas pessoas que necessitassem de ajuda."
"Acabava com as guerras, trazia a paz ao mundo, fazia com que cada criança tivesse uns pais que as amassem e que se preocupassem com elas, e que todos nós fossemos felizes."
"Mandava fazer uma biblioteca de três andares. Um era para cinema, outro para ler e outro para TIC."
"Daria casas aos pobres, deixava as pessoas ricas, parava com as guerras e com os mal-tratos às pessoas e animais."
"Faria com que acabasse a escola e a crise, e que toda a gente tivesse emprego para fazer o que quisesse."
"Subjugaria os líderes mundiais a tornarem-me o rei do mundo e faria o que me apetecesse"
"Ajudava as pessoas que precisavam de ajuda com as minhas magias."
"Faria com que fosse a pessoa mais feliz do mundo."
"Acabava com as guerras. Comia os doces que eu quisesse e não ficava gorda. Ajudava as pessoas que não têm dinheiro."
"Teria muito dinheiro e destruía a escola."
"Faria com que acabasse a crise, a fome etc. no mundo e ganhava o euro milhões."
"Treinava as minhas magias, especialmente tele transportar-me, ficava invisível e fazia aparecer comida."
"Eu fugia para a selva na minha vassoura mágica com os meus filhos e o meu marido."
"Fazia com que o Luís ficasse burro e fazia o Rafael gostar de mim."
"Eu seria mau e roubaria o dinheiro de toda a gente do mundo. E depois ía para Marte e construía uma casa de luxo com comida infinita."