EB 2,3 Infante D. Fernando - Biblioteca

15/02/2016

Poemas de Amor







"O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar. 

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio."
 

Alberto Caeiro
  

Amo-a 
"Talvez por isso, em certos dias, quando consigo ficar sozinho, sentado num banco de jardim, passeamos juntos. Temos muito para dizer um ao outro, mas escolhemos caminhar em silêncio. E paramos. Fechamos os olhos e ficamos, lado a lado, apenas sentindo a presença um do outro, apenas escutando a respiração do outro em todo os sons da natureza e da cidade. E, mais do que uma vez, desejei ver em muros, entre as palavras com que os alunos dos liceus escrevem a caligrafia da sua inocência, os nossos nomes juntos: «Zé Luís ama Clarice». Como uma promessa de eternidade para aquilo que todos sabem perdido, exceto nós. Como uma prova em que ninguém acredita, exceto nós."
José Luís Peixoto


"É nos teus olhos que o mundo inteiro cabe,
mesmo quando as suas voltas me levam para longe de ti;
e se outras voltas me fazem ver nos teus
os meus olhos, não é porque o mundo parou, mas porque esse breve olhar nos fez imaginar que
só nós é que o fazemos andar."
Nuno Júdice
 


 


"Pudesse eu não ter laços nem limites
Oh vida de mil faces transbordantes
P'ra poder responder aos Teus convites
Suspensos na surpresa dos instantes."

Sophia de Mello Breyner




Cinema na BE




Uma longa metragem inspirada no clássico conto de fadas, "Cinderela" dá vida a eternas imagens da obra de arte animada da Disney de 1950 em personagens perfeitamente caraterizadas num espetáculo visualmente arrebatador.

Realização de Kenneth Branagh
2015






A origem da história é muito antiga, perde-se na memória do tempo e tem diferentes versões. A versão mais conhecida, adaptada pela Disney, é a do escritor francês Charles Perrault, de 1697.

"A história de “Cinderela” acompanha o destino da jovem Ella (Lily James) cujo pai comerciante casa outra vez após a morte da sua mulher. Ansiosa por apoiar o seu adorado pai, Ella acolhe a sua nova madrasta (Cate Blanchett) e as suas filhas Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera) na casa da sua família. Quando o pai de Ella morre de forma inesperada, ela vê-se à mercê da sua nova, invejosa e cruel família. Finalmente reduzida a nada mais do que uma serviçal coberta de cinzas e maldosamente apelidada de Cinderela, Ella poderia facilmente perder a esperança. No entanto, apesar da crueldade exercida sobre si, Ella está determinada em honrar as últimas palavras da sua mãe e a “ter coragem e a ser bondosa”. Não irá ceder ao desespero nem à maldade dos que a maltratam.
Depois vem um príncipe charmoso, uma fada-madrinha bondosa, um vestido azul, um coche dourado e um sapato de cristal. E no fim, bem… esse todos sabemos mesmo antes do filme sequer começar: e viveram felizes para sempre."
(magazine-hd)



 A biblioteca proporcionou duas sessões aos alunos de três turmas do 1º Ciclo, acompanhados pelos respetivos professores.


08/02/2016

Máscaras - 7º Anos


Em exposição na biblioteca, as máscaras criadas na disciplina de Educação Visual, sob a coordenação da Professora Célia Martins.



Máscaras - 5ºB

Exposição de máscaras criadas nas aulas de EVT pelos alunos.
Responsável pela disciplina: Professora Elizabete Isabel.


A máscara foi utilizada ao longo dos tempos por vários povos e com diversas finalidades, no cumprimento de tradições de origem cultural e recreativa.


O teatro é a arte que mais explora a magia das máscaras. No Japão, por exemplo, utilizam-se máscaras no palco até hoje, para marcar bem as características das personagens.


No teatro grego as máscaras foram permitidas no palco e envergadas pelo atores que ressuscitavam os homens de outrora, desempenhando papéis dos antepassados. As máscaras usadas no teatro chamavam-se personna, donde vem a palavra personagem para a figura representada.


"O uso da máscara é muito extenso, no tempo e no espaço. É tão remota a sua origem e tão constante a sua presença no mundo vivo, que se diria biológica."

.

Máscaras- 5ºA


Exposição de máscaras criadas nas aulas de EVT pelos alunos.
Responsável pela disciplina: Professora Elizabete Isabel.

 "A história da Máscara", um trabalho de pesquisa, pela biblioteca.


A máscara está longe de ser característica só do Carnaval, em que o seu uso nos liberta por uns dias, dos pensamentos amargos e das rotinas quotidianas. As máscaras são tão antigas quanto a população humana. Têm-se conhecimento de que a primeira máscara remonta por volta de 30.000 A.C.


A palavra Máscara, inicialmente de origem italiana, designava uma criação fantástica, feiticeira e associada a manifestações em torno de um mistério, daí que se tenha tornado, com o Carnaval, um tema de divertimento.


O uso de máscaras, nalgumas culturas, permitia o acesso a dimensões espirituais invisíveis, e noutras, dava mais vida às narrativas. Em certos povos, eram utilizadas para ornamentar os mortos, enquanto que noutras civilizações, estavam presentes em diversos festejos.





.

Oficina Artística (Amorosa)

A biblioteca decorada com os trabalhos delicados e inspiradores, criados pelos alunos na Oficina, para assinalar mais um  Dia Internacional do Amor (14 de fev.), e respetivas atividades.
Coordenação da Professora Célia Martins


.




             

.

CNL - Concurso Nacional de Leitura - Vencedores da 1ª Fase


Concluídas as provas a nível de escola, da 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura (2015-2016),  e determinados, deste modo, os seguintes vencedores:



Marta Pena, 9ºD
Mariana Conduto, 9ºD
Luís Parra, 8ºE


Alunos suplentes:
Diogo Lourenço, 8ºE
Rui  Cruz, 8ºE




As provas incidiram sobre as obras "Sexta-feira ou a vida selvagem" de Michel Tournier  e o conto "Suave milagre", de Eça de Queirós.

Parabéns a todos os concorrentes, em especial aos vencedores.

Os alunos apurados passam agora à 2ª fase, a fase distrital do concurso, numa Biblioteca Municipal, depois das férias da Páscoa.

Aguarda-se o anúncio dos livros para a 2ª fase do concurso.