Exposição das suas obras existentes na biblioteca, biografia e alguns poemas.
15/03/2011
11/03/2011
Autor do Mês - Luís Vaz de Camões
O retrato de Camões por Fernão Gomes, em cópia de Luís de Resende. Este é considerado o mais autêntico retrato do poeta, cujo original, que se perdeu, foi pintado ainda em sua vida.
O poeta lusitano, Luís Vaz de Camões terá nascido em Lisboa, em 1524. Informações sobre a sua biografia são relativamente escassas e pouco seguras, a própria data do seu nascimento, assim como o local, é incerta, tendo sido deduzida a partir de uma carta de perdão real de 1553.
Viveu algum tempo em Coimbra, onde terá frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de Santa Cruz, onde tinha um tio padre.
Camões era um jovem aventureiro que, um dia, resolveu combater para defender a sua pátria. Perdeu o olho direito nas guerras pela conquista de Ceuta, em África. Depois seguiu para a Índia. Fixou -se na cidade de Goa onde terá escrito grande parte da sua obra.
Regressou a Lisboa em 1569, pobre e doente, conseguindo publicar "Os Lusíadas" em 1572, graças à influência de alguns amigos junto do rei D. Sebastião.
Esta obra, em forma de verso, narra e glorifica os feitos heróicos portugueses.
Pela grandeza da concepção, realismo das descrições e lirismo de vários episódios, conhecimento técnico, literário, histórico e geográfico, "Os Lusíadas" é uma das obras mais importantes do Renascimento, conhecida no mundo inteiro.
Na obra de Camões, a língua portuguesa passou a expressar sentimentos, sensações, factos e idéias de uma forma que até então não fora alcançada por ninguém. A sua posição de destaque entre os poetas portugueses do seu tempo é devida também ao facto de, na sua obra, estarem presentes tanto o humanismo, como a expansão ultramarina, isto é, os dois elementos que caracterizaram o Renascimento português, uma das épocas mais férteis e de maiores transformações na história da civilização ocidental.
Luis de Camões é considerado o maior poeta português. Faleceu no dia 10 de Junho de 1580, em Lisboa.
do caminho marítimo para a Índia,
por Vasco da Gama,
à volta da qual se vão descrevendo outros episódios
da História de Portugal.
A obra de Camões é composta sobretudo pela poesia épica e pela poesia lírica. A poesia épica é representada por "Os Lusíadas" e a poesia lírica por vários tipos de poemas, que recebem o título geral de Rimas. A esses dois conjuntos, que constituem o essencial da obra camoniana, acrescentam-se três autos de teatro cómico: Anfitriões (1587), Filodemo (1587) e El-rei Seleuco (1645), e quatro cartas.
Ilustração da nau de Vasco da Gama com os deuses nas nuvens
Exposição Itinerante "Letras e Cores, Ideias e Autores da Républica"
A exposição é uma iniciativa da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas e da CNCCR.
Patente no átrio da Biblioteca Escolar, até ao fim do mês de Março.
A partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, a DGLB convidou dez ilustradores (João Vaz de Carvalho, Afonso Cruz, Bernardo Carvalho, Marta Torrão, Teresa Lima, Rachel Caiano, Jorge Miguel, Carla Nazareth, Gémeo Luís, Alex Gozblau) a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época: Ultimatum, Monarquia, 5 de Outubro, Igreja, Educação, Mulheres, Modernismo, Grande Guerra, Chiado e Revistas.
O resultado mostra de que forma literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.
Patente no átrio da Biblioteca Escolar, até ao fim do mês de Março.
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A partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, a DGLB convidou dez ilustradores (João Vaz de Carvalho, Afonso Cruz, Bernardo Carvalho, Marta Torrão, Teresa Lima, Rachel Caiano, Jorge Miguel, Carla Nazareth, Gémeo Luís, Alex Gozblau) a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época: Ultimatum, Monarquia, 5 de Outubro, Igreja, Educação, Mulheres, Modernismo, Grande Guerra, Chiado e Revistas.
O resultado mostra de que forma literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.
10/03/2011
Visita dos alunos do 2º Ano
A Profª Idalécia trouxe os seus alunos à biblioteca. Desta vez, acompanharam a leitura ao som da música clássica de Bethovan. Por fim, cada um requisitou o seu livro, para acabar de ler em casa.
A Jéssica, Débora e a Adriana, alunas do 9º C, ofereceram-se como voluntárias, ajudando na fase das requisições e tirarando as fotografias.
04/03/2011
Carnaval na biblioteca
Durante a semana, nos intervalos, alguns alunos divertiram-se a criar mascarilhas, outros simplesmente a pintá-las e ainda a fazer acrósticos engraçados com as palavras "Carnaval, Máscara e Serpentinas".
E, com muito sentido de humor, meninos e meninas da casa, voluntariaram-se a ser fotografados, fazendo caretas bem estrambólicas, como manda o carnaval. Foram votadas e escolhidas as mais engraçadas e esquisitas, as que mais gozo e riso provocaram.
História da Máscara
As máscaras são tão antigas quanto a população humana.
Tem-se conhecimento de que a primeira máscara remonta por volta de 30.000 A.C.
As máscaras foram várias vezes usadas pelas pessoas como passaportes para mundos imaginários, como um meio de transmissão de histórias e como uma explicação de factos naturais inexplicáveis…
O uso de máscaras, nalgumas culturas, permitiam o acesso a dimensões espirituais invisíveis, e noutras, davam mais vida às narrativas. Em certos povos, eram utilizadas para ornamentar os mortos, enquanto que noutras civilizações, estavam presentes em diversos festejos.
O teatro é a arte que mais explora a magia das máscaras. No Japão, por exemplo, utilizam-se máscaras no palco até hoje, para marcar bem as características dos personagens.
Exposição das mascarilhas à roda do " Hipólito"
No final do "Concurso de Máscaras" foram premiados os melhores, nos diferentes passa-tempos realizados na biblioteca, com pequenas lembranças.
Acrósticos: 1º Lugar- Soraia Vitória
2º Lugar- Sónia Guerra e Mariana Fernandes
3º Lugar- Mariana Santos e Daniela Gonçalves
Criação de mascarilha- Cátia Nascimento
Pintura de nascarilha- Soraia Carneiro
Caretas- Beatriz Roberto, Alexandra Nascimento e Gonçalo Cardoso
A "História da Máscara", exposta de passagem, para a comunidade
15/02/2011
Dia da Amizade e dos Namorados
Pelas paredes da escola, ao longo dos corredores, todos puderam ler pequenas e inspiradas reflexões. O entusiasmo dos alunos, sempre dispostos a colaborar, mostrando o que lhes vai no coração, engrandeceu a onda de afecto que nos invadiu estes dias.
Sendo William Shakespeare o autor do mês, focámos algumas histórias de amor que terminaram de forma trágica. Se assim não fosse, seriam tão inspiradoras?
Pedro e Inês, Tristão e Isolda, Romeu e Julieta, Teresa e Simão, figuram entre os muitos pares amorosos que, ao longo dos tempos, têm inspirado não apenas a literatura, mas grande variedade de produções artísticas desde o teatro ao cinema, à música e artes plásticas.
"O tempo é algo que não volta atrás.
Por isso, planta o teu jardim e decora a tua alma.
Em vez de esperares que alguém te traga flores."
William Shakespeare
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