Hora do Conto - Pré- Escolar


Um pequeno filme sobre um sol esplendoroso de verão (a contrastar com a temperatura do dia), foi projetado para os mais pequenos da comunidade escolar, nesta primeira visita do ano letivo à biblioteca.
As crianças estiveram acompanhada pelas suas Educadoras e Assistentes.


E eis que chega a hora do conto. A Assunção, representante da Biblioteca Municipal Vicente Campinas, partilhou com os meninos esta ternurenta história passada no Natal:


"O palhaço de Natal", Coby Hol

As aventuras de um palhacinho de pano e do menino que o escolheu para a sua árvore de Natal.

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos.






Por fim, uma bonita conversa sobre sonhos, anseios, presentes, comportamentos, recompensas e pedidos ao Pai  Natal.

Foram ainda oferecidas duas pequenas árvores de Natal para alegrar cada uma das salas do jardim escola, a fazer lembrar a fantasia do conto de que tanto gostaram.



"Lago dos Cisnes" Animateatro

Alunos do 1º ciclo (3º e 4º anos) e 2º ciclo foram ao teatro, e sem sair da escola.

A biblioteca, consciente da importância do teatro na formação e valorização intelectual e emocional dos jovens, convidou a Animateatro - Associação de Teatro e Animação do Seixal a representar a graciosa e divertida peça na nossa escola.

Agradecemos a colaboração dos Encarregados de Educação bem como a dos Professores envolvidos.

Clicar nas fotos para ver melhor:





"É do bailado composto por Pyotr Ilyich Tchaikovsky, entre 1875-1876, que nos chegam as mais vivas memórias deste conto, é na união entre a música e ballet que se mesclam antigas lendas russas.


Historicamente não se conhece um único, um verdadeiro autor, é sabido que gerações se encarregaram  de perpetuar a narrativa com enfoque no pato branco…no cisne, na sua pureza, na sua procura pelo ideal amoroso."



A plateia ficou presa às personagens, às expressões, ao desenrolar da história. 


Não faltaram voluntários para entrar em cena e brincar com as personagens. 


No final do espetáculo ainda houve lugar para uma interessante conversa. Os alunos mostraram curiosidade sobre a origem da história e o trabalho dos atores. Quiseram ficar a par de algumas técnicas e segredos. O decorar dos textos e o trabalhar das vozes foram a questões principais.


Agradecemos a imensa simpatia e generosidade dos atores por nos proporcionarem momentos tão especiais.
Viva o Teatro. Viva a Arte.  


Texto. Original de Ricardo G. Santos (inspirado no conto russo O CISNE BRANCO)
 I Concepção, Encenação e Direcção. Ricardo G. Santos/Lina Ramos I Interpretação. Liliana Costa, Sérgio Prieto, Liliana Fonseca, Cláudia Palma (Stand in)
 I Cenografia/ Adereços. João Graça I Figurinos. Lina Ramos I Confecção. Ana Maria Sousa I Composição Musical. Paulo Mendes I Imagem. César Duarte I Produção. Animateatro.

http://www.animateatro.org/?p=2411

Concurso Nacional de Leitura - 1ª Fase - Leituras


A prova de seleção avaliará a prática de leitura das obras selecionadas:

"Sexta-Feira ou a Vida Selvagem", de Michel Tournier

"Suave milagre", um conto de Eça de Queirós





A estrutura da prova escrita é composta por um questionário de escolha múltipla e por comentários pessoais.

O dia e hora serão marcados no ínicio do 2º período.

                           

Requisita os livros na biblioteca quanto antes.



Filmes de Charlot



A biblioteca tem vindo a projetar alguns dos seus primeiros filmes mudos, musicados. 
O sentido de humor genial da obra de Charlie Chaplin tem originado boas gargalhadas.



Calças largas, casaco apertado e chapéu de coco. O bigode e a bengala completaram o figurino mais famoso do cinema mudo dos anos 20. Nascia Charlot, no corpo de Charlie Chaplin.

Conhecemos-lhe o andar apressado, desengonçado, atabalhoado por umas calças largas demais e amparado por uma bengala. Num tempo em que nas imagens cinematográficas ainda não havia som, Charlie Chaplin, ou melhor, Charlot, foi o rei.
O actor mais bem pago dos anos 20 foi uma celebridade à medida da sua época.
Charlot marcou presença em mais de 100 filmes mudos.
Chaplin ainda passeou Charlot durante algum tempo pelo no cinema sonoro, mas sempre mostrou o seu desagrado em relação ao cinema falado. Em 1972 alcançou o reconhecimento da Academia e ganhou a estatueta de Óscar Honorário.

(Expresso.pt)

Charlie Chaplin - O primeiro mito do mundo do cinema

 


"Charlie Chaplin nasceu no seio de uma família humilde de actores judeus. Teve uma infância extremamente dura. Para além das dificuldades económicas, o pai faleceu quando ele tinha cinco anos, e a mãe enlouqueceu, tendo sido internada num manicómio. Estas trágicas recordações reflectiram-se em alguns dos seus filmes, especialmente em O garoto de Charlot (1921). 


O jovem Chaplin começou a trabalhar como actor numa companhia de pantomima britânica que fazia digressões por todo o mundo. Uma destas tournées levou-o até aos EUA.Foi aí descoberto pela produção Keystone, com a qual assinou, em 1913, um contrato em que se comprometia a fazer um filme de 300 metros (15 minutos) por semana.
Debutou no cinema a 2 de Fevereiro de 1914, com o filme Making a Living. Neste primeiro trabalho, o actor não aparecia ainda caracterizado como o vagabundo que o tornaria célebre, representando o papel de um gentleman elegante, de bigode imponente. Em 1914, com Corridas de Automóveis para crianças, apareceram os primeiros elementos da sua indumentária. Só no seu terceiro filme, Charlot e as Salsichas (1914), o vagabundo apareceu com todos os seus traços característicos.

A imprensa especializada não tardou em falar dele como grande actor e "cómico de primeira categoria". Deu-se o ínicio da sua carreira, Chaplin interpretou sempre personagens bem definidas. Queria, desse modo, demarcar-se das comédias produzidas pela Keystone, caracterizadas pelas suas loucas perseguições e pelo exagero gestual dos actores.
Terminado o contrato com a Keystone, em 1915, a produtora Essany contratou-o para realizar catorze filmes de duas bobinas. Durante este período começou a ganhar fama, sob o nome de Charlot, conseguindo transmitir o seu mundo poético pessoal nos filmes que interpretava.

O grande impacto do vagabundo, essa personagem romântica marginalizada e perseguida pela sociedade, com o seu chapéu de coco e sapatos enormes, reside no facto de conferir à crítica satírica o calor de uma forte dimensão humana.
Os seus filmes são, na realidade, críticas ferozes aos males e misérias da sociedade. No entanto, Chaplin grande conhecedor dos recursos do riso, embora utilize o humor como arma corrosiva, conjuga-o sempre habilmente com uma grande dose de ternura."

in, "História do século XX, década a década (1920-1929), vol.3, direcão ciêntifica Prof. Doutor António Reis
                                                

Manoel de Oliveira e a admiração por Charlot

Cineasta em destaque na biblioteca.


 Apesar da vertente intelectual e hermética muitas vezes associada à sua obra, o cineasta portuense afirmou diversas vezes que o realizador que mais profundamente amou terá sido aquele que porventura mais sucesso comercial e popular teve em toda a história do cinema: Charlie Chaplin.

Tendo visto, na respetiva época, (com 6 anos de idade, acompanhado de seu pai), toda a obra de Charlot, que arrancou em 1914, não terá sido por acaso que, na participação que faz em "Viagem a Lisboa", um filme do realizador Wim Wenders (1994), Oliveira imita precisamente o pequeno vagabundo.
(Expresso. sapo.pt)

S. Martinho - 9º D

Castanhas bem assadas e muito saborosas dominaram o lanchinho da manhã. Felizmente, houve quem não resistisse. Um dia não são dias.
 A turma organizadora fica mais perto de alcançar o seu sonho, lá para o fim do ano letivo. Adivinhem!


Sabias que:

A castanha é usada na alimentação desde os tempos pré-históricos. É uma excelente fonte de energia, rica em vitaminas C e B6 e uma boa fonte de potássio. Os especialistas referem a castanha como uma fonte de fibra alimentar, rica em água, com baixo teor em gordura - não tem colesterol -, uma fonte apreciável de vitaminas (nomeadamente vitamina C e folatos) e minerais (essencialmente potássio, fósforo e magnésio).
Os meses de outubro, novembro e dezembro marcam a colheita das castanhas. A plantação de um castanheiro e as árvores podem atingir até 20 metros de altura.
(Visão Júnior)


A lenda de São Martinho

"Num dia frio e chuvoso de inverno, Martinho seguia montado a cavalo quando encontrou um mendigo. Vendo o pedinte a tremer de frio e sem nada que lhe pudesse dar, pegou na espada e cortou o manto ao meio, cobrindo-o com uma das partes. Mais à frente, voltou a encontrar outro mendigo, com quem partilhou a outra metade da capa. Sem nada que o protegesse do frio, Martinho continuou viagem. Diz a lenda que, nesse momento, as nuvens negras desapareceram e o sol surgiu. O bom tempo prolongou-se por três dias.

Na noite seguinte, Cristo apareceu a Martinho num sonho. Usando o manto do mendigo, voltou-se para a multidão de anjos
que o acompanhavam e disse em voz alta: “Martinho, ainda catecúmeno [que não foi batizado], cobriu-me com esta veste”.

É na data do seu enterro, três dias depois de ter morrido em Candes, que se comemora o dia que lhe é dedicado. Acredita-se que, na véspera e no dia das comemorações, o tempo melhora e o sol aparece. O acontecimento é conhecido pelo “verão de São Martinho” e é muitas vezes associado à conhecida lenda de São Martinho."

(Observador)


ilustração de Ana Nascimento

Concurso de Quadras de S. Martinho - vencedores




A tradição de S. Martinho, na nossa escola, manda que se festeje com o concurso das quadras.
 E há sempre muita expetativa em relação às que mais se destacaram.

A todos os participantes, em especial aos vencedores, os nossos parabéns.


Concurso organizado pelo Grupo de Português com a colaboração da biblioteca.

Paticiparam todas as turmas da escola à exceção do 1º, 2º e 3º anos.

Revelamos as quadras vencedoras:

Clicar nas fotos para ler as quadras







Manoel de Oliveira - cineasta em destaque na biblioteca

               
O realizador português mais conhecido internacionalmente na história do cinema. 


Manoel Cândido Pinto de Oliveira nasceu no dia 11 de dezembro de 1908 na cidade do Porto, 13 anos após o nascimento do cinema.
Morreu no dia 2 de abril de 2015, com 106 anos de idade e mais de 85 dedicados ao cinema . Era o mais velho realizador do mundo em atividade.

Para além da longevidade e atividade que lhe era admirada no mundo do cinema, ele mudou a forma de olhar e conceber o cinema como outros grandes do séc. XX.

O primeiro contacto com a Sétima Arte foi como figurante, quando tinha 19 anos, no filme "Fátima milagrosa" de Rino Lupo.
Como ator, estreou-se, com uma breve passagem,  no filme "A canção de Lisboa" de Cottinelli Telmo, em 1933.

A paixão pelo cinema rivalizava com o gosto  pelo atletismo (foi campeão de salto à vara) e pelo automobilismo, modalidade em que conquistou alguns prémios.


                         

"Douro, faina fluvial" foi o primeiro filme que rodou, então com 23 anos, com  uma câmara oferecida pelo pai. Um documentário inspirado na cidade natal, que conta a vida ao redor de um rio que estaria presente nos vários trabalhos que lhe seguiram. 



Destacamos a sua primeira longa-metragem de ficção "Aniki-Bobó", realizada em 1942. Um filme inspirado no conto Meninos Milionários de Rodrigo de Freitas, quase totalmente rodado em exteriores, nas zonas ribeirinhas do Porto e de Gaia.



Depois dos 80 anos, a sua carreira aumentou.

"Non, ou a Vâ Glória de Mandar", uma visão sobre a identidade portuguesa a partir do 25 de Abril de 1974, abriu uma nova etapa na filmografia de Oliveira, que a partir de então acelerou a sua produção cinematográfica para um nível impensável décadas antes, que manteve até ao fim e lhe permitiu estrear cerca de uma longa-metragem por ano.

O seu último trabalho foi a curta metragem "O velho do Restelo"" a partir de textos de Luís de Camões, Teixeira de Pascoaes e Miguel de Cervantes. Uma reflexão sobre a humanidade.
Após a sua morte,e a pedido do próprio, foi exibido o documento autobiográfico "A visita- Memórias e Confissões", apesar de já estar concluído desde 1982.

A vida e a obra de Manoel de Oliveira foi rica em obra e bastante premiada. Ao todo, foram mais de 40 prémios e 30 nomeações, maioritariamente internacionais.



 
Os argumentos dos seus trabalhos são na maioria feitos a partir de textos literários, e a sua técnica caracteriza-se por planos longos e representação teatral.
Em todas as obras, o realismo e a objetividade são as bandeiras principais.

Para o cineasta, o cinema era contar a história, o mundo segundo a perspectiva de determinada época.
Como realizador, durante mais de oitenta anos veio contando Portugal desde os períodos antes da ditadura, o Estado Novo, a democracia e os anos mais recentes. 

O cinema era a sua maneira de refletir o passado, nunca o futuro. A evolução histórica que andou de mão dada com a própria evolução do cinema mudo, aos avanços que foi obrigado a fazer de forma a acompanhar os tempos.


Fontes: Expresso.cinema
              Infopédia
              rtp.pt
              Imagens Google

Projeção de um filme sobre o funcionamento do Corpo Humano. A turma do 3º ano esteve acompanhada pela sua Professora, Idalécia Santos.

Celebrar o cinema


"A 7ª Arte é considerada por muitos a arte mais mágica, pelo seu poder sobre as emoções humanas.
O cinema inspira milhões de pessoas, assim como as faz sonhar, rir, chorar e gritar de medo no dia a dia.
Sem cinema o mundo não seria o mesmo."

Neste mês, dedicado ao cinema, realizamos, na biblioteca, várias exibições de diferentes géneros e para todos os ciclos.

O destaque vai para Charles Chaplin e o seu último filme mudo, “Tempos Modernos”.

“Nos primeiros anos da sua existência, o cinema tentou reproduzir com o maior rigor possível a realidade. Mas acabaria por se transformar numa forma de criação de novas realidades e num instrumento de surpresa e maravilhamento.”

Na biblioteca podes também conhecer melhor a origem do cinema, que comemora, este ano, 120 anos.
A história por trás destas imagens.

O cinematógrafo                                                           Os irmãos Lumière


princípio da sucessão das imagens, o suporte para a sua fixação 
e a projecção das mesmas.







1ª sala de cinema do mundo
(Paris, 1895)
                                                                




O primeiro filme apresentado "Saída dos trabalhadores da Fábrica Lumière"

 


“           Imagens do Google