Quadras de S. Martinho - Concurso




"No dia de S. Martinho
Vou comer castanhas assadas.
Só não posso beber vinho
Bebo água e limonada."
Ariana Luís


"Com a chegada de Novembro
Recordamos S. Martinho
Um punhado de castanhas,
E fica o coração quentinho"
Martin




"Hoje é dia de comer castanhas.
Chegou o S. Martinho,
Comem-se assadas e cozidas.
Do Algarve até ao Minho." 
Irís Gonçalves





"Com as folhas a cair
 E o Outono a chegar
 Vamos todos sorrir
 E o magusto celebrar "
Afonso Mestre


"Magusto é no S. Martinho
 Vamos todos festejar
 Com castanhas, pão e vinho
 Temos o Outono a chegar!"
 David Serafim




"S. Martinho está a chegar,
 As castanhas por assar
 E nós todos a festejar
 Porque a alegria está no ar!"
 Carlota Drago


"Como é bom comer
 Castanhas assadas
 E no magusto ver
 As meninas coradas!"
João Beldade



1º 
"Em Novembro é a data
Que o milagre aconteceu
S. Martinho cortou a capa
E o Sol apareceu"
Matilde Francisco

"Eu adoro castanha assada
Mas não gosto do vinho
Mesmo assim vou agasalhada
Para o dia de S. Martinho."
Ana Barão




"É dia de S. Martinho
Dia de grande diversão
Há vinho novo fresquinho
Castanha assada e animação"
 Sara Martins


"Viva o S. Martinho
Tempo de harmonia
Vamos beber vinho 
E rir de alegria"
Marta Santos




"Ao magusto vamos todos
S. Martinho festejar
Comer castanhas assadas
E brincar até fartar."
Conceição Bandarra



"S. Martinho vem de longe
Com a cara afogueada
Bebeu um copo de vinho
Não pôde beber mais nada."
Maria Eugénia Isabel



"Num dia de S. Martinho
Sem o sol e calorzinho
O que vale são as castanhas
A assar no meu forninho."
Teresa Grilo


"Meu querido S. Martinho
Vem abençoar a nossa escola
Mas, em vez dum copo de vinho
Traz-nos antes coca-cola."
Mafalda Cavaco


"A professora Filomena
Pediu-me que fizesse um versinho
Que falasse em castanhas
Água-pé e vinho."
Eduarda Silva


S. Martinho, pelo pintor Gustave Moreau, 1882

São Martinho, ou Martinho de Tours, nasceu em cerca de 316 na antiga cidade de Savaria na Panónia, uma antiga província na fronteira do Império Romano, na atual Hungria. Filho de um comandante romano, cresceu na região de Pavia, em Itália, no seio de uma família pagã.

Criado para seguir a carreira militar, foi convocado para o exército romano quando tinha quinze anos, viajando por todo o Império Romano do Ocidente.

Apesar de ter recebido uma educação pagã, foi em adolescente que Martinho descobriu o Cristianismo. Mas foi só mais tarde, em 356, depois de ter abandonado o exército que foi batizado. Tornou-se discípulo de Santo Hilário, bispo de Poitiers (na zona oeste da atual França), que o ordenou diácono e presbítero, regressando de seguida a Panónia, onde converteu a mãe.

Mudou-se depois para Milão, de onde terá sido expulso juntamente com Santo Hilário. Isolado, terá passado algum tempo na ilha da Galinária, ao largo da costa italiana. De volta à Gália, foi perto de Poitiers que fundou o mais antigo mosteiro conhecido na Europa, na região de Ligugé.

Conhecido pelos seus milagres, o santo atraía multidões. Foi ordenado bispo de Tours em 371 e fundou o mosteiro de Marmoutier, na margem do rio Loire, onde vivia na reclusão. Pregador incansável, foi também o fundador das primeiras igrejas rurais na região da Gália, onde atendia tanto ricos como pobres.

Morreu a oito de novembro de 397 em Candes e foi sepultado a onze de novembro em Tours, local de intensa peregrinação desde o século V.É na data do seu enterro, três dias depois de ter morrido em Candes, que se comemora o dia que lhe é dedicado.

Acredita-se que, na véspera e no dia das comemorações, o tempo melhora e o sol aparece. O acontecimento é conhecido pelo “verão de São Martinho” e é muitas vezes associado à conhecida lenda de São Martinho.

Fonte: Observador.pt

 

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