Vencedores do Logótipo do GIE


 Trabalhos em destaque e Logótipo Eleito para o Gabinete de Intervenção Educativa, da autoria da aluna Maud Weterings, do 9º ano.

Elementos de Identidade Cultural do Algarve

No âmbito da disciplina de Geografia, lecionada pelas professoras Margarida Marques e Fernanda Lopes, as turmas do 8ºE e 8ºD realizaram um concurso de fotografias sobre o tema.



As fotografias vencedoras




"A Nau Catrineta" - Teatro






O Clube Brincar ao Teatro, em colaboração com a Biblioteca Escolar, apresentou aos alunos do 4º ano a peça "A Nau Catrineta", na versão de Almeida Garrett.
A encenação esteve a cargo da Profª Celina Alves, responsável pelo clube.

A lenda conta a viagem da nau portuguesa que, em 1565, transportava Jorge de Albuquerque Coelho para Lisboa.


A Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Oriente. Segundo Almeida Garrett, o romance popular terá sido baseado no episódio sobre o Naufrágio que passou Jorge de Albuquerque Coelho, vindo do Brasil, no ano de 1565, que integra a História Trágico-Marítima.
(Infopédia)

"Lá vem a nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide, agora, senhores,
Uma história de pasmar.

Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar"
(...)





O espetáculo foi do agrado de todos. Segundo alguns comentários, muitíssimo divertido. Os atores dramatizaram o texto com muita expressividade. 

Alguns alunos do 2º e 3º ciclo também assistiram à dramatização.





Mia Couto - poema



"Pois, lhe digo, minha Dona. É uma pena a senhora andar por aí
fatigando seus olhos pelo mundo. Devia era, logo de manhã, passar
um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.
Sabe o que faz? Estende-se aí na areia, oblonga-se deitadinha,
estica a alma na diagonal. Depois, fica assim, caladita, rentinha
ao chão, até sentir a terra se enamorar de si. Digo-lhe, Dona:
quando ficamos calados, igual uma pedra, acabamos por escutar os
sotaques da terra. A senhora num certo momento, há-de ouvir um chão
marinho, faz conta é um mar sob a pele do chão. Aproveita esse
embalo, Dona Luarmina. Eu tiro boas vantagens desses silêncios
submarinhos. São eles que me fazem adormecer ainda hoje. Sou
criança dele, do mar."

Mia Couto



Mia Couto - Prémio Camões 2013

O vencedor do prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa é o escritor moçambicano autor de livros como Raiz de Orvalho, Terra Sonâmbula e A Confissão da Leoa . É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.




O júri justificou a distinção de Mia Couto tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.

O Prémio Camões foi criado em 1988 por Portugal e pelo Brasil para distinguir um autor de língua portuguesa que, "pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum".

Em 2012 foi atribuído ao escritor brasileiro Dalton Trevisan e no ano anterior ao escritor português Manuel António Pina.

Ferreira Gullar (2010), Arménio Vieira (2009), António Lobo Antunes (2007), Sophia de Mello Breyner Andresen (1999), Pepetela (1997), José Saramago (1995) e Jorge Amado (1994) também já foram distinguidos com o Prémio Camões que, na primeira edição, reconheceu a obra de Miguel Torga.

Em 2006, o escritor angolano José Luandino Vieira recusou o prémio.

Leitura Recreativa - 3º Ciclo




"Na disciplina de Português, e no âmbito da leitura recreativa, os alunos do 7ºC, 8ºD, 8ºE, 9ºC e 9ºD, têm apresentado oralmente um livro em cada período, entregando a respetiva ficha de leitura à professora.
É de referir que os alunos do 8ºD e 8ºE foram 100% cumpridores nas apresentações, tanto no primeiro como no segundo período.
No primeiro período aderiram 88% dos alunos da turma D do 9º ano, percentagem que aumentou para 100% no segundo período!
No que diz respeito ao 9ºC, cerca de 82% dos alunos apresentaram obras de leitura recreativa no primeiro e segundo período (apenas três não leram).
Quanto à turma C do 7º ano, 80% participaram no 1º período, percentagem que aumentou para 85% no segundo período."

Os nossos jovens estão a LER+, e isso é promissor!


Boas Leituras!


Professora Sylvie Cravo
Professora Gilda Almeida








Parque Natural da Ria Formosa


Fundado em 1987, numa extensão de 60 Km pela costa algarvia, entre Ancão (concelho de Loulé) e Manta Rota (concelho de Vila Real de Santo António), ocupa uma superfície de cerca de 18.400 hectares, abrangendo partes dos concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Sto António.

Grande parte da área corresponde ao sistema lagunar da Ria Formosa, um cordão de ilhas e penínsulas arenosas dispostas paralelamente à costa, protegendo uma laguna que forma um labirinto de sapais, canais, zona de vasa e ilhotes. Este cordão é constituído fundamentalmente pela Península do Ancão (que inclui a incorretamente chamada "ilha de Faro"), as ilhas da Barreta, Deserta, Farol-Culatra (onde se encontra o farol de Sta Maria e a povoação piscatória da Culatra, frente a Olhão.

Símbolo do Parque é o caimão-comum, espécie rara que em Portugal existe e se reproduz exclusivamente nestes lagos algarvios. O flamingo e a águia de asa redonda, a galinhola e o guarda-rios são outras aves que aqui se podem observar.



Outro habitante do Parque, quase extinto na Europa, é o camaleão.

A nível botânico, a área também é de grande interesse, especialmente pela vegetação das zonas de duna e sapal.

A Ria tem também uma importância económica enorme devido à variedade de peixe, marisco e bivalves, sobretudo para Olhão, cidade também conhecida por ser a capital da Ria Formosa. Aqui se cultiva a ameijoa, saindo desta área cerca de 80% do total de exportação do país. A dourada, o robalo ou o camarão da Ria são abundantes.


Mais informações interessantes:

Dia Europeu dos Parques Naturais


O Dia Europeu dos Parques foi lançado pela Federação EUROPARC com o objectivo de potenciar a biodiversidade nas áreas protegidas da Europa.


Foi comemorado pela primeira vez em 1999, com a realização de vários eventos em áreas protegidas, com o objectivo de sensibilizar todos os cidadãos para a necessidade de os proteger.

Tais eventos foram celebrados na Europa, numa base anual no dia 24 de Maio, data que foi escolhida, para comemorar a criação dos primeiros Parques Naturais da Europa, nove parques nacionais na Suécia, em 24 de Maio de 1909.

Veja como crescem os insetos

A Educadora Filomena trouxe a sua turma do Pré Escolar para visualizar o documentário filmado ao vivo que regista o crescimento de quatro insetos: Joaninha, Borboleta, Aranha e Gafanhoto, temática que estão a abordar de momento.
A coleção "Veja como crescem" está disponível na Biblioteca em VHS.

Jorge Serafim diverte miúdos e graúdos

No âmbito do protocolo celebrado com a Direção Regional de Educação do Algarve, que visa a divulgação do conto tradicional assim como a promoção do livro e da leitura, o divertidíssimo contador de histórias, Jorge Serafim, esteve na nossa escola, ontem, 22 de maio, proporcionando três sessões fantásticas de conto, que abrangeram os três ciclos e grande parte da restante comunidade escolar.


As histórias pitorescas, inspiradas na mais pura realidade quotidiana, muito engraçadas, compridas como filmes, a transbordar de pormenores, e contadas com o cunho único e pessoal do humorista, cativaram a atenção total dos espetadores, levando o riso até às lágrimas.
Muito agradecemos a generosidade e entrega do Jorge e os momentos de muitíssima boa disposição que nos proporcionou.

 

Conta-me coisas do teu país- o livro


"Conta-me coisas do teu país é um fascinante livro de leitura para todos os meninos e meninas que têm os olhos muito abertos. Trinta histórias sob a forma de trinta e-mails contam coisas quotidianas que acontecem nas ruas, nas casas e nas escolas de trinta países do mundo. Dos mercados em Marrocos até às praias do Brasil, passando pela natureza da Nova Zelândia, pelo sol da meia-noite na Islândia e pelos desportos nos Estados Unidos, as narrações deste livro convidam-nos a uma viagem através da diversidade das culturas."

Autores: Daniel Cela e Jordi Costa

Existe na biblioteca

Dia Mundial da Diversidade





"Tenta ser a mudança que queres ver acontecer no mundo"

Mahatma Ghandi
(1869-1948)

"Ser livre é conseguir flutuar entre a diversidade e a multiplicidade, sem perder a própria identidade"

Dimos Iksilara



"Minha alma é de todo o mundo
Todo o mundo me pertence
Aqui me encontro e comfronto
Com gente de todo o mundo
Que a todo o mundo pertence"

António Gedeão






"No âmbito social e educacional, a diversidade cultural diz respeito a uma coexistência de várias etnias e culturas dentro de uma mesma comunidade, sociedade ou país.

As sociedades multiculturais ocidentais foram constituídas especialmente a partir do fim da Idade Média com o tráfico da escravatura, mas também com os fluxos de comércio que levavam à deslocação de bens e pessoas. Mais tarde, a procura de riqueza provocou os fenómenos de colonização, o que levou a que muitas pessoas procurassem, sobretudo no chamado Novo Mundo do continente americano, novas oportunidades de trabalho. Mais tarde, a industrialização criou a necessidade e a oportunidade da migração de muitos povos da África e da Ásia que procuravam trabalho e melhores condições de vida tanto no Novo Mundo como na Europa.

A concentração urbana de diferentes etnias nem sempre é pacífica, levando, a maior parte das vezes, a diferentes intensidades de intolerância, racismo, violência e exclusão.

Nos países do Terceiro Mundo, as sociedades multiculturais são resultado, sobretudo, da formação "artificial" de novos países que correspondem ao território das antigas colónias europeias e que praticamente foram obrigados a uma convivência forçada de etnias e culturas muito diferentes, e tradicionalmente independentes, originando uma grande instabilidade política, económica e social. Também nestas sociedades se assiste a níveis elevados de intolerância, racismo, violência e exclusão.

O tema da diversidade cultural é pertinente não só no âmbito das políticas sociais, mas também nas filosofias de educação. Uma educação multicultural, multirracial ou multiétnica tem vindo a ser defendida, sobretudo nas sociedades ocidentais, para implementar uma evolução positiva da convivência entre as diferentes culturas, não de assimilação ou subjugação por parte das culturas minoritárias da cultura numérica e economicamente dominante, mas de respeito mútuo pela diferença e defesa da diversidade.

Nesse sentido, quando se fala de educação multicultural pretende-se abranger não só a educação no seio das minorias étnicas como também a educação de todas as crianças ou indivíduos, quer estejam inseridos em sociedades multiculturais ou uniculturais. Esta educação no respeito pela diversidade cultural pretende tornar legítima a pluralidade social e étnica, eliminando os preconceitos e os ideais racistas."

Disponível na www: .diversidade cultural. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-05-20].


Concurso "Uma aventura... literária 2013" - Menção Honrosa

O nosso aluno do 5º Ano, Pedro Lucas Ramos Pereira, está de Parabéns.

O seu trabalho foi distinguido com uma Menção Honrosa neste concurso.
A coordenação pedagógica foi da responsabilidade da sua professora de Português, Celina Alves. 

Tal como previsto no regulamento, o aluno recebeu, além do Diploma de Menção Honrosa, um livro oferta da Editorial Caminho.

"Este ano recebemos 10 125 trabalhos individuais e de grupo, de mais de quatrocentas escolas do país e do estrangeiro, A qualidade do trabalho e o dinamismo das escolas constituem sempre uma agradabilíssima surpresa."

À Biblioteca Escolar, a Editorial Caminho ofereceu gentilmente o seguinte livro, o qual muito agradecemos.

Portugal no século das luzes: O ouro do Brasil e o terramoto

Pedro Cardim, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

"Recorrendo a uma linguagem simples e acessível, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, juntamente com o historiador Pedro Cardim, abordam nesta obra os reinados de D.JoãoV, o Magnânimo e de D. José I, o Reformador, períodos que compreendem o nascimento e apogeu do Absolutismo, a reorganização do imenso Império Português e suas consequências a nível económico e social, o terramoto de 1755 e seus efeitos e a governação do marquês de Pombal."



Eis os trabalhos do Pedro



Cristo Rei e Cristo redentor


O Monumento a Cristo Rei, em Almada, faz hoje 54 anos

 
Cristo Rei

Cristo Redentor

 Depois da língua (que é o português) sabes qual é a coisa mais parecida que têm Portugal e o Brasil?

É o monumento ao Cristo Rei!

• O monumento do Brasil está no alto do Corcovado, no Rio de Janeiro, sendo conhecido como «Cristo Redentor», e o de Portugal está na cidade de Almada, olhando para Lisboa e para o rio Tejo.

• As duas estátuas são muito, muito parecidas. A grande diferença está no tamanho: a brasileira, com 38 metros de altura (do tamanho de mais de 20 pessoas em cima umas das outras), tem mais 10 metros do que a portuguesa.

• A história do Cristo Rei começou em 1934 com a visita do Cardeal Patriarca de Lisboa ao Rio de Janeiro. Lá visitou o Cristo Redentor e achou que a capital também devia ter uma estátua igual a olhar pelos fiéis.

• Em 1937 a ideia, que foi muito bem recebida, começou a ser posta em prática.

Mas não penses que foi fácil! Antes de mais nada era preciso muito dinheiro para construir um monumento tão grande!

• Em 1939 tinha-se ainda recolhido muito pouco dinheiro para começar a construção. Com o início da 2ª Guerra Mundial (na qual Portugal não participou) nasceu mais um motivo para se erguer o monumento.

• O terreno onde se construiria a grande estátua foi comprado em 1941, mas só em 1950 é que se contratou um escultor para fazer o modelo.

• Pela falta de dinheiro, as obras foram avançando muito lentamente e só em Maio de 1959 é que finalmente se pôde ver o monumento concluído!

• Sabias que o Cristo Rei brasileiro foi inaugurado em 1931? E sabias que está 740 metros acima do nível do mar? Pesa 1145 toneladas e os seus braços abertos têm 30 metros!

• Mas não penses que o nosso monumento lhe fica muito atrás. Os seus números também são muito grandes: tem um pedestal de 82 metros e pesa no total 40 000 toneladas!

• Mas não nos fiquemos por aqui! Ora vê:

- Altura total (pedestal + estátua): 110 metros
- Vê-se a 20 quilómetros de distância
- Altura da cabeça: 4 metros
- Coração: quase 2 metros
- Braços: 10 metros
- Altura da manga: 5 metros
- Largura de dedo a dedo: 28 metros

• Ufa! É mesmo muito grande! Imagina um abraço daquele tamanho!

Queres saber uma curiosidade?

A estátua tem no seu interior uma escada metálica para se poder visitar toda a sua parte de dentro.

Nas mãos e na cabeça existem aberturas, mas por razões de segurança estão fechadas ao público. É que o vento é muito, muito forte naquela zona.

• Sabias que só mais de 40 anos depois da sua inauguração, é que o Cristo Rei foi restaurado pela primeira vez?

O betão estava a desfazer-se e conta-se que se desprendiam do monumento pedras do tamanho de uma mão.

Imagina se caíam em cima de alguém!

• O importante é que agora foi recuperado e vale mesmo a pena visitar, mesmo que não se seja católico: a vista é belíssima!

http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=1155

Dia Internacional da Família

Existe na biblioteca... 



Livro recomendado para a Educação Pré-Escolar, pelo Plano Nacional de Leitura.


Sinopse: Algumas famílias são parecidas. Algumas famílias gostam de comer coisas diferentes. Algumas famílias gostam de se abraçar. Abre este livro para leres acerca de todos os tipos de família.




Sinopse: Uma avó tão irrequieta que partiu uma perna a fazer esqui! Uma amiga com o estranho nome de Galochas. Uma irmã chanfrada. Uma vizinha choramingona e um taxista apaixonado por ela. Uma porteira que atrai pulgas e um fantasma que resolve visitar a sua viúva. Um primo que é tanso e uma namorada ucraniana que fala uma língua que nem ele entende. Uma cabeça de esfregão ralado e uma tia Tàbem.

Uns pais que arrulham como pombinhos e uma casa MESMO a deitar por fora onde a família não cabe mas não pára de entrar - Ufa! Não é nada fácil ser-se adolescente, chamar-se Maria Ana (não, não é Mariana, quantas vezes será preciso dizer?!) e sobretudo ter de observar os estranhos efeitos que o amor tem nas pessoas...